segunda-feira, 18 de março de 2013

Calendarios da Escrituras Editora no WORLD CALENDAR AWARDS 2013

Pelo oitavo ano consecutivo, os calendários da Escrituras Editora tiveram sua qualidade editorial
reconhecida no World Calendar Awards, promovido pela Calendar Marketing Association (www.calendarassociation.org),
que premia anualmente os melhores calendários do mundo.
O calendário de mesa BRASIL RETRATOS POÉTICOS 2013 acaba de receber a Medalha de Prata na categoria Best Subject/Desk Calendars.

 O calendário de parede também esteve entre os premiados, pela quarta vez consecutiva, destacando BRASIL RETRATOS POÉTICOS 2013, que recebeu Menção Honrosa na categoria Best Subject/Wall Calendars.

Os calendários de mesa e de parede 2013 são edições comemorativas dos 15 anos da série de livros Brasil Retratos Poéticos e apresentam o trabalho dos fotógrafos Adriano Gambarini, Ary Disendruck, Gustavo Pedro, Iara Venanzi, José Caldas, Juca Martins, Luciano Candisani, Manoel Marques, Maurício Simonetti, Palê Zuppani, Walter Firmo e Zig Koch. No calendário de parede, as fotos são acompanhadas de curtos poemas de Raimundo Gadelha (em português e inglês).
                   
Foto capa dos calendários de mesa e de parede: Praia de Icaraí, Ceará, Brasil

Poemas:
Raimundo Gadelha nasceu na Paraíba. Por formação, é publicitário e jornalista, profissões das quais se distanciou desde a década de 1980, quando começou a se dedicar mais intensamente à fotografia, clicando e expondo o resultado de suas andanças por mais de 30 países. Sempre dedicado à literatura, em 1994 abraça seu desafio maior: a fundação da Escrituras Editora. Hoje, seguramente, é a casa editorial que mais publica poesia no Brasil. Mesmo como editor, Gadelha não abdicou da sua própria produção literária. Atualmente, já são treze títulos distribuídos dentre os gêneros poesia, conto, teatro, romance e fotografia. Vida útil do tempo (poesia, 2004) e Em algum lugar do horizonte (romance, 2000), publicado na Grécia e no México, são seus trabalhos mais recentes.

Sobre os fotógrafos:
Adriano Gambarini é fotógrafo desde 1992, com vasta  experiência em documentação de expedições a regiões remotas. Autor fotográfico de oito livros de arte e dois de poesia, documenta Planos de Manejo de Unidades de Conservação, Projetos de Estudo de Impacto Ambiental e Expedições Científicas de ONGs como WWF, Conservation International (CI), The Nature Conservancy (TNC), CENAP/ICMBio, Instituto Pró-Carnívoros e Terra Brasilis. Foi fotógrafo still de cinema para documentário na Discovery Channel no Brasil, França e Rússia, realizou coberturas jornalísticas em diversos países. Fotógrafo da National Geographic Brasil, colabora  para as principais revistas do país. Administra e licencia seu fotoarquivo, com mais de 100 mil imagens do Brasil, Antártida e mais de 18 países, com ênfase em biodiversidade. Formado em Geologia pela USP – Universidade de São Paulo, é espeleólogo e mergulhador desde 1987.

Ary Disendruck nasceu em São Paulo, em 1963. Graduou-se em Motion Picture, com especialização em Fotografia. Entre 1983 e 1987, trabalhou como assistente de fotógrafos de editoriais e publicidade, em São Paulo. Na mesma época, começou a trabalhar como fotógrafo de editoriais, para a Editora Abril, American Express (Inglaterra), The Sunday Times Magazine (Inglaterra), Gamma Images Presse (França), Les Editions Conde Nast (França) e outras publicações. Dentre seus principais clientes, estão a Volkswagen, Bank Boston, Ipiranga, Fuji Photo Film, DM9-DDB e Melia hotéis. Colabora, desde 1988, para o banco de imagens Getty Images/Tony Stone. Site: www.arydiesendruck.com.br

Gustavo Pedro (Rio de Janeiro, 1976) é leiloeiro público, advogado atuante no movimento ambiental e fotógrafo presidente da Associação de Fotógrafos de Natureza - AFNATURA. Tem na fotografia a expressão maior da sensibilização pública a favor da valorização cultural e ambiental do Brasil. Adepto da fotografia de mínimo impacto, tem buscado retratar cada bioma ressaltando sua diversidade com responsabilidade na proteção dos ecossistemas e culturas tradicionais. Tem se destacado em campanhas pela valorização de atividades sustentáveis e liberdade de expressão fotográfica, proteção de biomas ameaçados, como a Mata Atlântica, e conscientização da responsabilidade ambiental na formação da cidadania, no Brasil e exterior.

Iara Venanzi iniciou sua carreira profissional como fotógrafa na agência de publicidade Expressão Brasileira de Propaganda, no início da década de 1980. Nela, através do atendimento à Varig e outros clientes, passou também a colaborar com a revista de bordo Ícaro, realizando, durante vinte anos, matérias em várias regiões do Brasil e outros países do mundo, com enfoque em hábitos, cultura, comportamento, geografia e arquitetura. Hoje, em seu estúdio, atende agências de publicidade, editoras e clientes diretos, desenvolvendo trabalhos fotográficos nas áreas de culinária,  portrait, publicidade e still. O estúdio está equipado para a realização de fotografia digital e manipulação de imagens e conta com um extenso banco de imagens sobre Brasil e Exterior.

José Caldas - Fotógrafo especializado em natureza e documentação geográfica, com onze livros publicados. Participou de várias exposições com temas ligados ao meio ambiente e cultura popular, com destaque para a individual Brasil e a Transformação da Paisagem, que viaja pelo Brasil. Foi fundador e primeiro presidente da AFnatura - Associação de Fotógrafos de Natureza.

Juca Martins fotografa profissionalmente desde 1970, produzindo reportagens para jornais, revistas nacionais e internacionais e ainda trabalhos institucionais para publicações de empresas, fotos para anúncios, livros, pôsteres e calendários. Participou de exposições no Brasil, Espanha, Itália, França, Alemanha, Suíça, México, Cuba, Colômbia e Equador e tem obras adquiridas para os acervos do Museu de Arte de São Paulo (MASP) e do Museu de Arte Kunsthaus em Zurique (Suíça). Ganhou o Prêmio Esso de Fotografia (Brasil) com uma série de reportagens sobre menores, duas vezes o Prêmio Internacional Nikon (Japão) e o Prêmio Vladimir Herzog de Direitos Humanos (Brasil) com reportagem sobre a guerra de El Salvador, e possui um vídeo sobre sua obra produzido em 1993 pelo Instituto Itaú Cultural: Encontro com o artista/ Juca Martins. Publicou o livro Antologia fotográfica, pela Editora Dazibao em 1990, tem um portfolio no livro Crianças do Brasil, publicado pela Fundação Cargill em 1996. É autor do livro São Paulo/Capital, com fotografias panorâmicas, editado pelo Instituto Moreira Salles em 1998. Site: www.olharimagem.com

Luciano Candisani (São Paulo, 1970) é fotógrafo há doze anos, recebeu cinco prêmios Abril de Jornalismo por trabalhos publicados pela National Geographic, revista com a qual trabalha desde 2000. É autor de cinco livros e centenas de matérias em vários países. Em 2007, foi nomeado membro permanente da prestigiosa International League of Conservation Photographers (ILCP).

Manoel Marques (Cascavel/PR) iniciou sua carreira em Campinas (SP), colaborando com os jornais Diário do Povo e Correio Popular. Depois, em São Paulo, fotografou para o jornal O Estado de S. Paulo, para as revistas IstoÉ e Época e, como freelance, para a Globo Rural, Veja, Almanaque Brasil, Crescer, Brasileiros, entre outras, além de fazer produções para publicidade, moda e gastronomia e ensaios sobre as questões sociais dos brasileiros.

Mauricio Simonetti nasceu em Santo André (SP), em 1959. É fotojornalista profissional desde 1981. Foi um dos sócios da Agência F4, a primeira agência independente de fotojornalismo brasileira. É conhecido por sua produção centrada em temas de meio ambiente. Seu arquivo tem cerca de 10 mil imagens que documentam a história, a cultura e as paisagens do Brasil e ilustram livros das principais editoras brasileiras , além de revistas nacionais e estrangeiras, jornais, guias, calendários e anúncios publicitários. Algumas de suas fotografias  integram acervos do Museu de Arte de São Paulo, dentro da Coleção Pirelli-MASP de Fotografia, Museu de Arte Moderna de São Paulo, Fototeca do Itaú Cultural e Museu da Imagem e do Som de São Paulo. Publica artigos em revistas especializadas em Fotografia e vem participando de seminários que abordam a profissão de fotógrafo na contemporaneidade. Suas exposições individuais mais recentes foram  Paisagens, na Caixa Cultural Sé, em 2008, e Fotografias Urbanas, no Lugar Pantemporâneo, em São Paulo, em 2010. Site: www.fotoforma.com.br

Palê Zuppani - Fotógrafo com foco na natureza, seja ela selvagem ou humana. Especializado em luz natural e fotografia em ambientes abertos. Palê Zuppani busca a conservação, a interpretação e o registro fotográfico do ambiente natural e de suas belezas, focando detalhes de seus habitantes, cenários e do homem em harmonia com a natureza. Dentre suas atividades fotográficas destaca-se: fotos nos Bancos de Imagens FotoNatural Fotografias (www.fotonatural.com.br) e Pulsar Imagens (www.pulsarimagens.com.br), Inventários fotográficos (Documentação fotográfica) de diversos locais e/ou temas, Ministra o “Curso de Fotografia de Campo e a Percepção do Olhar”, Trabalhos para mídia impressa e eletrônica, e Exposições coletivas e individuais tais como “Estórias Naturais Visuais Brasileiras” (2008-2010), “Movimento Giclée Brasil” (2008-2012), “Fotógrafos da Natureza” (2008), dentre outras. Desde dezembro de 2010, Palê luta contra uma leucemia, que o mantém internado para realizar o transplante de medula óssea. Mais informações no link www.facebook.com/palenaguerra

Walter Firmo - Fotógrafo, jornalista e professor. Autodidata, inicia sua carreira como repórter fotográfico no jornal Última Hora, no Rio de Janeiro, em 1957. Em seguida, trabalha no Jornal do Brasil e integra a primeira equipe da revista Realidade, lançada em 1965. Conquista o Prêmio Esso de Reportagem, em 1963, com a matéria Cem Dias na Amazônia de Ninguém. Como correspondente da Editora Bloch, em 1967, permanece por seis meses em Nova York. A partir de 1971, atua na área de publicidade, sobretudo para a indústria fonográfica. Nessa época, conhecido por suas fotos coloridas e por retratar importantes cantores da música popular brasileira, inicia pesquisas sobre festas populares e folclore nacional. Entre 1973 e 1982, é premiado sete vezes no Concurso Internacional de Fotografia da Nikon. Fotografa para as revistas Veja e IstoÉ e, nos anos 1980, começa a expor seus trabalhos em galerias e museus. De 1986 a 1991, é diretor do Instituto Nacional de Fotografia da Fundação Nacional de Arte - Funarte. Em 1994, leciona no curso de jornalismo da Faculdade Cândido Mendes, no Rio de Janeiro, e, desde então, coordena oficinas em todo o Brasil. Ganha a Bolsa de Artes do Banco Icatu, em 1998, com a qual vive durante meio ano em Paris. No fim da década de 1990, torna-se editor de fotografia da revista Caros Amigos. Site: www.walterfirmo.com.br

Zig Koch - diplomado em Arquitetura e Urbanismo em 1982, trabalhou até 1986 como arquiteto, quando cedeu aos desafios da fotografia, na defesa do meio ambiente e na sedução das viagens. Frequentemente, as fotografias de Zig Koch são escolhidas para ilustrar campanhas de educação ambiental coordenadas por entidades governamentais e não governamentais. Seu trabalho também pode ser encontrado em mais de uma dezena de livros, calendários para empresas e peças publicitárias no Brasil e no exterior. Sua primeira exposição foi em 1978 e desde então já realizou dezenas de exposições coletivas, individuais e itinerantes, mostrando as belezas naturais de nosso país e divulgando trabalhos voltados para a conservação ambiental e educação ambiental. Participa da produção de livros, calendários personalizados, relatórios anuais para empresas, folhetos institucionais e material publicitário em todo o Brasil. Também produz fotografias especializadas nas áreas de: fotografias aéreas, publicidade, turismo, ecossistemas e fauna. Ministra palestras e cursos sobre fotografia de natureza e educação ambiental em escolas, universidades e empresas. Recebeu diversos prêmios na área de fotografia, sendo o mais importante o Nikon International Awards 2008.


Carmen Barreto - MTb 23196/SP
Comunicação e Imprensa
Selos Escrituras Editora - Escritinha - A Girafa - Girafinha - Arte Paubrasilimprensa@escrituras.com.br
Escrituras Editora
Rua Maestro Callia, 123 - Vila Mariana
04012-100 - São Paulo - SP - Brasil
Tel.: (11) 5904-4499 (Pabx)/5904-4492 (direto)
www.escrituras.com.br

lançamento Quando todas as folhas caem


Escrituras Editora e Sala Crisantempo
convidam para o lançamento do livro

Quando todas as folhas caem

de

Cecília Ohno

Sábado, 23 de março de 2013
a partir das 19h

Sala Crisantempo
Rua Fidalga, 521 - Vila Madalena - São Paulo - SP
Tel.: (11) 3819-2287
 

quinta-feira, 7 de março de 2013

QUINTA POETICA (55a edição) na Casa das Rosas - 21-março-2013


Escrituras Editora convida para a 

QUINTA POÉTICA – 55a edição
Tema: Entre o Humor e a Simplicidade: A Infância da Linguagem
21 de março de 2013
com início às 19h
na Casa das Rosas (evento gratuito)

com os poetas convidados

Pipol |Natalia Barros |Edson Bueno de Camargo |Eduardo Lacerda

Participação especial de  Vina
Curadoria: Paulo Sposati Ortiz

Casa das Rosas - Espaço Haroldo de Campos
Av. Paulista, 37 - São Paulo/SP
Próximo ao metrô Brigadeiro.
Convênio com o estacionamento Patropi - Alameda Santos, 74
Informações: (11) 5904-4499
56ª edição da QUINTA POÉTICA – 25/abril/2013, na CASA DAS ROSAS


Saiba mais sobre o evento e os convidados:

Quinta poética
Curadoria: Paulo Sposati Ortiz
Mensalmente, a Casa das Rosas - Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura abre suas portas para a Quinta Poética, um grande encontro dos amantes da boa poesia. Com a presença de poetas consagrados e novos talentos, o evento deseja criar um ambiente mais surpreendente para a poesia, por meio de intervenções artísticas das mais diferentes expressões, como música, artes plásticas, dança, cultura popular, que envolvem a leitura dos poemas.

Grandes nomes da poesia já estiveram presentes na Quinta Poética. O evento tem entrada gratuita, é aberto ao grande público e organizado sem fins lucrativos nem investimentos financeiros. Mais de quatrocentos produtores culturais e artistas de todas as linguagens e estéticas das mais diversas regiões do Brasil e do exterior já estiveram presentes. Promovido pela Escrituras Editora e a Casa das Rosas - Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura, conta com a curadoria do poeta Paulo Sposati Ortiz.


Os convidados:
PIPOL. Poeta, diretor de TV e documentarista, desenvolvedor web e editor-fundador do Portal Cronópios.

NATALIA BARROS. Cantora, compositora, poeta e paisagista. Participou do grupo de teatro XPTO e de música LUNI. Trabalhou na TV Cultura, no programa Fanzine e no Telecurso 2000. Lançou seu primeiro livro Caligrafias, em 2012, contemplado pelo ProAc. Apresenta-se com um show, no qual canta e conta seus poemas. Está viva.

EDSON BUENO DE CAMARGO. Santo André — SP, 1962. Publicou Cabalísticos e mais outros três livros. Participou de diversas antologias poéticas e outras publicações.

EDUARDO LACERDA. Autor do livro de poemas Outro dia de folia, premiado pelo ProAc 2011. Cursou Letras (Português/ Linguística) na USP. Coeditou a revista Metamorfose e O Casulo. Já trabalhou como assistente de produção cultural na Casa das Rosas e como produtor cultural no Programa São Paulo: um Estado de Leitores. Atualmente, é coeditor da Editora Patuá. Tem poemas publicados na Entrelivros, Cronópios e Germina, e nas antologias Antologia Vacamarela e El Vértigo de los Aires (México).

PARTICIPAÇÃO ESPECIAL:
VINA. Vinicius Guerrero compõe, escreve e toca violão há 15 anos. Será acompanhado pelo recém-fundado grupo Casarão, do qual faz parte. O repertório traz MPB, Folk, Pop Rock, entre outros ritmos.
CURADORIA:
PAULO SPOSATI ORTIZ
(1982, São Paulo) - Hilda Hilst, Paul Celan, Emily Dickinson e George Trakl são influências tanto na obra quanto na vida. Presente no Portal Cronópios, dEsEnrEdoS e mallarmargens, formou-se em Letras/ Linguística pela USP. A Diferença do Fogo, seu primeiro livro de poemas, será lançado neste ano de 2013. Blog: http://poenocine.blogspot.com
 
Escrituras Editora
Rua Maestro Callia, 123 - Vila Mariana
04012-100 - São Paulo - SP - Brasil
Tel.: (11) 5904-4499 (Pabx)

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

“Aqueles livros não me iludem mais” (selo A Girafa), de Cícero Belmar, ganha prêmio da Academia Pernambucana de Letras (APL), na categoria ficção.


Aqueles livros não me iludem mais” (selo A Girafa),
de Cícero Belmar,  ganha prêmio da Academia Pernambucana de Letras (APL), na categoria ficção.


Cerimônia de entrega acontecerá nesta sexta-feira, 25/01, 19h30, na sede da APL, em Recife, durante 
comemoração dos 112 anos da entidade.

Aqueles livros não me iludem mais
Cícero Belmar alcança patamares de genialidade ao produzir este híbrido literário de conto e novela, Aqueles livros não me iludem mais, publicado pelo selo A Girafa, da Editora Arte Paubrasil.
Aqui lemos um artefato resultante de uma sofisticada experimentação artística, com direito a doses de metalinguagem em algumas passagens. Como temática, os livros se fazem presentes em muitos instantes e, ao contrário do senso comum, não são mostradas como símbolos de sabedoria e iluminação. Acabam se tornando fontes de discórdia, ciúme, culpa, viram promotores de uma reflexão que leva aos sentimentos de desencanto, desamparo e vazio. Mas sabendo-se ler nas linhas e entrelinhas, este livro em especial é um convite a viver a vida, assumindo o presente, deixando para trás o que já não faz mais sentido, o que impede a evolução de nosso espírito.

Sobre o autor:

Cícero Belmar é jornalista e autor de romances, contos, biografias e peças de teatro. Como jornalista trabalhou em diversos veículos de comunicação em Pernambuco, seu estado. Na literatura ganhou duas vezes o Prêmio Literário Lucilo Varejão, da Fundação de Cultura da Prefeitura do Recife, nos anos de 2000 a 2005, pelos romances Umbilina e sua grande rival e Rossellini amou a pensão de Dona Bombom. Esse último também recebeu o Prêmio de Ficção da Academia Pernambucana de Letras em 2005. Tem dois livros de contos: Aqueles livros não me iludem mais, que mistura os gêneros conto e novela, e Tudo na primeira pessoa. Para o teatro escreveu A floresta encantada, Coração de mel, Meu reino por um drama e A flor e o sol. Essa última foi premiada pela Associação dos Produtores de Artes Cênicas de Pernambuco (Apacepe).


Título: Aqueles livros não me iludem mais

Autor: Cícero Belmar
Gênero: Literatura brasileira/Contos/Novela
ISBN: 978-85-63610-04-1
Formato: 14 X 21 cm, brochura
Páginas: 80
Peso: 115 g
Preço: R$ 26,00
Selo A Girafa


Editora Arte Paubrasil

Rua Caravelas, 187 – Vila Mariana
04012-060 - São Paulo, SP
Tel.: (11) 5085-8080
Assessoria de imprensa – Carmen Barreto - imprensa@escrituras.com.br


segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Lançamento BENJAMIN ABRAHAO: entre anjos e cangaceiros


Escrituras Editora e Livraria Cultura
convidam para o lançamento do livro

Benjamin Abrahão: entre anjos e cangaceiros

de

Frederico Pernambucano de Mello

Prefácio de Eduardo Diatahy Bezerra de Menezes


Quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
A partir das 19h
Livraria Cultura - RioMar Shopping
Avenida República do Líbano , 251 – Salão comercial 2057 - Pina - Recife/PE
Tel.: (81) 2102-4033 

Saiba mais sobre o livro:
Benjamin Abrahão: entre anjos e cangaceiros

Autoridade na cultura do Nordeste do Brasil, o historiador Frederico Pernambucano de Mello nos apresenta o livro Benjamin Abrahão: entre anjos e cangaceiros (Escrituras Editora), que traz a biografia do secretário particular do padre Cícero, do Juazeiro, de 1917 a 1934, além de fotógrafo autorizado do cangaceiro Lampião, tendo acompanhado os diferentes bandos de que este dispunha em sete Estados do Nordeste, no meado de 1936, creditando-se como responsável pela mais completa documentação do cangaço jamais obtida, ao incorporar a imagem cinematográfica às velhas fotografias conhecidas.

A obra é ensaio interdisciplinar que ocupou boa parte da vida do autor, e também um livro de arte, com dezenas de fotografias e de fotogramas históricos da trajetória do sírio Benjamin Abrahão Calil Botto -- um “conterrâneo de Jesus”, como se declarava, por conta do nascimento em Belém, na Terra Santa --, que desembarcou no Porto do Recife em 1915, aos 15 anos de idade, fugindo da Grande Guerra, para trilhar uma aventura extraordinária pelos sertões do Brasil setentrional.

No livro, Pernambucano de Mello, reconhecido por Gilberto Freyre, já em 1984, como “mestre de mestres em assuntos de cangaço”, apresenta pesquisa profunda, feita ao longo de 40 anos. Pela primeira vez, é divulgado o conteúdo da caderneta de campo deixada por Benjamin Abrahão, recolhida pela polícia no momento de seu assassinato com 42 punhaladas, no começo de 1938, no sertão de Pernambuco, aos 37 anos de idade. Cobrindo os anos da missão sobre o cangaço, a caderneta abrange o período 1935-1937, com lançamentos alternados em português e em árabe, assim impusesse a necessidade de sigilo sobre o assunto. O historiador trabalhou por três anos, com dois professores de árabe, traduzindo, ponto a ponto, o conteúdo averbado -- muitas vezes resultante de conversas noite adentro com Lampião, Maria Bonita e outros cangaceiros -- que são relatos que matam polêmicas e contestam versões atuais sobre fatos e figuras das décadas de 1910, 1920 e 1930, como o polêmico Floro Bartolomeu da Costa e a apregoada amizade entre Lampião e o padre Cícero, além de informações que dizem respeito ao real combate do Batalhão Patriótico à Coluna Prestes, para o qual traz entrevista inédita que fez com Prestes, em 1983, no Recife.

Particularmente importante, pela originalidade, é a revelação da matriz setecentista e estrangeira do pensamento social brasileiro dos anos 1930 sobre o cangaço, presente, sobretudo no chamado romance nordestino, tendente a culpar a sociedade e a desculpar os excessos dos protagonistas do fenômeno. O mesmo se diga sobre a revelação, de todo desconhecida até o presente, dos esforços de apropriação internacional do apelo épico que o tema encerra, por parte das facções travadas em luta de morte ao longo da década aludida: o Reich alemão contra o Soviete russo, Hitler contra Stalin, ao tempo em que Lampião dava as cartas na caatinga.

O livro traz ainda apêndice com a reprodução de importantes documentos, colhidos em pesquisa que contou com o apoio de muitos colaboradores e instituições, como a Fundação Joaquim Nabuco, do Recife, a Cinemateca Brasileira de São Paulo, os arquivos Renato Casimiro/Daniel Walker, do Juazeiro, e da antiga Aba-Film, de Fortaleza, ambos do Ceará, entre outros.

Sobre o autor:
Frederico Pernambucano de Mello possui formação em história e direito. Na Fundação Joaquim Nabuco, do Ministério da Educação, integrou a equipe do sociólogo Gilberto Freyre, de 1972 a 1987, período em que se especializou no estudo da cultura da região Nordeste do Brasil, tendo publicado os seguintes livros: Rota batida: escritos de lazer e de ofício, Recife, Edições Pirata, 1983; Guerreiros do sol: violência e banditismo no Nordeste do Brasil, Recife, Editora Massangana/ Fundação Joaquim Nabuco, 1985 [ora em 5ª edição pelo selo A Girafa, de São Paulo]; Quem foi Lampião, Recife-Zürich, Stähli Edition, 1993 [ora em 3ª edição]; A guerra total de Canudos, Recife-Zürich, Stähli Edition, 1997 [ora em 3ª edição pela A Girafa]; Delmiro Gouveia: desenvolvimento com impulso de preservação ambiental, Recife, Editora Massangana/ Fundação Joaquim Nabuco-CHESF, 1998; Guararapes: uma visita às origens da Pátria, Recife, Editora Massangana/Fundação Joaquim Nabuco, 2002; Tragédia dos blindados: a Revolução de 30 no Recife, Recife, Editora Massangana/Fundação Joaquim Nabuco, 2007; Estrelas de couro: a estética do cangaço, São Paulo, Escrituras Editora, 2010, livro finalista do Prêmio Jabuti de 2011, nas categorias projeto gráfico e ciências humanas.  É membro dos Institutos Históricos de Pernambuco, Alagoas e Rio Grande do Norte, do Instituto de Geografia e História Militar do Brasil, e da Academia de História Militar Terrestre, tendo sido curador internacional da Fundação Bienal de São Paulo para a Mostra do Redescobrimento – Brasil 500 Anos, São Paulo, 2000, e presidente da União Brasileira de Escritores – Seção de Pernambuco.  Na Academia Pernambucana de Letras, ocupa a cadeira 36 desde o ano de 1988. Pela originalidade de seus estudos, pelo volume da obra que produziu, e por se dedicar a aspectos de nossa história considerados ásperos e de pesquisa difícil, tem sido considerado o “historiador do Brasil profundo”, na palavra do professor Nelson Aguilar.

Título: Benjamin Abrahão: entre anjos e cangaceiros
Autor: Frederico Pernambucano de Mello
Prefácio: Eduardo Diatahy Bezerra de Menezes
Gênero: História/Cangaço e cangaceiros/Usos e costumes/Ensaio interdisciplinar
ISBN: 978-85-7531-447-0
Formato: 16 X 22,5 cm, brochura, com 97 imagens
Páginas: 320
Peso: 
470 g
Preço: R$ 45,00
Escrituras Editora


Carmen Barreto - MTb 23196/SP
Comunicação e Imprensa
Selos Escrituras Editora - Escritinha - A Girafa - Girafinha - Arte Paubrasilimprensa@escrituras.com.br
Escrituras Editora
Rua Maestro Callia, 123 - Vila Mariana
04012-100 - São Paulo - SP - Brasil
Tel.: (11) 5904-4499 (Pabx)/5904-4492 (direto)
www.escrituras.com.br

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Lançamento Poesia de telhado

Escrituras Editora e Centro Cultural Palace
convidam para o lançamento do livro

Poesia de telhado

de

João Augusto


Quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
das 20h às 22h30
Centro Cultural Palace
Rua Álvares Cabral com Duque de Caxias, Centro
Ribeirão Preto/SP
Estacionamento na Esplanada do Theatro Pedro II


Saiba mais sobre o livro:

Poesia de telhado

Poesia de Telhado (Escrituras Editora) é o terceiro livro de João Augusto, que confirma o autor como um dos nomes da nova geração da poesia brasileira. Poeta revelado em poemas sintéticos, de um forte lirismo e uma criatividade inusitada.

Suas características são marcantes: poemas curtos, temas pretensamente simples, do cotidiano, que se alteiam para o universalismo, enriquecidos por uma cosmovisão rara, em uma nova roupagem.

Segundo a poeta e escritora Ely Vieitez Lisboa, no texto das orelhas do livro, João Augusto utiliza “uma linguagem conotativa plena de metáforas surpreendentes, que às vezes se encadeiam, formando a alegoria de um quadro surrealista, como no poema ‘Arraias’, ou usando o mesmo procedimento literário, no poema ‘Sobre vacas e fadas’, dedicado a Ferreira Gullar.”

No texto de quarta capa, o professor de Literatura Brasileira, romancista e contista Menalton Braff, defende que “João Augusto não escreve poesia – ela brota em sua pele, perturbadora, mas com o frescor do orvalho que nasce da relva. Neste seu terceiro livro, o sabor surrealista vem tingido com as cores dos dramas humanos, mas sem perder a surpresa das combinações insólitas, sem abrir mão de ser – em primeiro lugar – poesia maior. Ler Poesia de telhado é uma obrigação para quem tenha alguma sensibilidade, pois, fiquem certos, estamos diante de um dos nomes da nova geração da poesia brasileira”.


Sobre o autor:
João Augusto nasceu em 4 de julho de 1974, em Bebedouro, interior de São Paulo, e vive em Ribeirão Preto, onde atua como jornalista desde 1998. Jornalista por vocação, como ele diz, poeta por necessidade. Sempre atencioso com as palavras, João Augusto se formou na imprensa, passando por praticamente todas as áreas de atuação. Criou e dirigiu o programa de documentários Câmera 2 DocTV. Já escreveu para cinema e teatro. Na literatura, obteve reconhecimento antes mesmo de lançar o primeiro livro, Que diabo de poeta és tu? (editora São Francisco), ao ser laureado em concursos e participar de coletâneas. Seu segundo livro, Sem a sombra de um guarda-chuva (Scortecci Editora), também foi recebido com aplauso por público e crítica. Hoje, diz que não precisa mais subir ao telhado para buscar inspiração. Mas confessa que vive com os olhos na direção da lua, na esperança de que a manhã possa ser mais feliz.
Site do autor: www.joaoaugusto2.com.br

Título: Poesia de telhado
Autor: João Augusto
Prefácio: Raquel Naveira
Texto das orelhas: Ely Vieitez Lisboa
Texto de quarta capa: Menalton Braff
Gênero: Literatura brasileira/Poesia
ISBN: 978-85-7531-432-6
Formato: 14 X 21 cm, brochura
Páginas: 80
Peso: 100 g
Preço: R$ 22,00
Escrituras Editora

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

NANQUIM ganha PREMIO BUNKYO DE LITERATURA 2012

O livro “Nanquim” (Escrituras Editora),
de Débora Tavares, ganha Prêmio Bunkyo de Literatura 2012
Cerimônia de premiação: 17/11, sábado, às 13h,
no Salão Nobre do Bunkyo - Rua São Joaquim, 381- 2º andar – Liberdade – São Paulo/SP


Nanquim

O livro Nanquim, publicado pela Escrituras Editora, coletânea de poemas de Débora Tavares, apresenta uma reescrita da vida em seus momentos essenciais, uma reconciliação do corpo com a paisagem que o rodeia, ou ainda um renascimento, um retorno, uma reinvenção da alegria, nas palavras da própria autora.  

Como define a poeta Mariana Ianelli, na apresentação da obra, “a tinta nanquim, esfumaçando a água, é uma palavra tingindo a imagem do tempo, uma defesa de instinto poético contra a dissipação, o esquecimento (...) Este livro põe a girar aquele ‘moinho de versos/movido a vento’ de que falava Leminski, sendo esse vento menos uma metáfora da transitoriedade do que a força motriz que anima o poema em sua intimidade com o corpo da natureza”.

“Pela lente de Débora Tavares”, como analisa o Prof. João Anzanello Carrascoza (ECA – USP), “o traço espesso do carvão se torna leve. Os fatos sem brilho do cotidiano, de repente, esplêndidos! (...) Enquanto, para os míopes, formigas, crianças e flores são o que são -- miudeza que vem e se esfumaça --, em seus versos vão além, vidas cintilantes, como astros!”.

 
Sobre a autora:
Débora Tavares é paulista, graduada em Letras pela FIA – Faculdade Ibero-Americana e tem poemas publicados em diversos veículos literários. Finalista do Concurso Off Flip – 2010, finalista do Concurso de Poesia da Universidade de São João Del Rey (MG) – 2007, 1º lugar no Concurso Sarau Rato de Livraria – 2006. Membro do Grêmio Haicai Ipê, ministra oficinas de criação poética e de haicais. Nanquim, publicado pela Escrituras Editora, é seu primeiro livro.

Título: Nanquim
Autora: Débora Tavares
Ilustrações: Helena Armond
Apresentação: Mariana Ianelli
Texto das orelhas: João Anzanello Carrascoza (ECA - USP)
Gênero: Literatura Brasileira/Poesia
ISBN: 978-85-7531-399-2
Formato: 14 X 21 cm, brochura
Páginas: 64
Peso: 140 g
Preço: R$ 20,00
Escrituras Editora


sexta-feira, 9 de novembro de 2012

QUINTA POÉTICA – 53a edição

QUINTA POÉTICA – 53a edição
29 de novembro de 2012
com início às 19h
na Casa das Rosas (evento gratuito)
com os poetas convidados
Cleberton Santos |Elisa Andrade Buzzo |Lilian Aquino |
Lucila de Jesus |Osvaldo Rodrigues |Regina Lyra

Participação especial de Poéticas do Desacontecer - Artistas-performers envolvidos: Ana Musidora, Diogo Cardoso, Franciane de Paula e Murilo De Paula.
Curadoria: José Geraldo Neres

Casa das Rosas - Espaço Haroldo de Campos
Av. Paulista, 37 - São Paulo/SP
Próximo ao metrô Brigadeiro.
Convênio com o estacionamento Patropi - Alameda Santos, 74
Informações: (11) 5904-4499

54ª edição da QUINTA POÉTICA – 13-dezembro-2012, na CASA DAS ROSAS

Saiba mais sobre o evento e os convidados:
Quinta poética
Curadoria: José Geraldo Neres
Mensalmente, a Casa das Rosas - Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura abre suas portas para a Quinta Poética, um grande encontro dos amantes da boa poesia, com a presença de poetas consagrados e novos talentos, que têm a oportunidade de apresentar seu trabalho por meio de intervenções artísticas das mais diferentes expressões, como dança, música, artes plásticas, cultura popular, que envolvem a leitura dos poemas.
Grandes nomes da poesia já estiveram presentes nesses encontros, que conta com entrada gratuita, abertos ao grande público, e organizados sem fins lucrativos nem investimentos financeiros. Mais de quatrocentos produtores culturais e artistas de todas as linguagens e estéticas de todas as regiões do Brasil e do exterior estiveram presentes no projeto Quinta Poética, promovido pela Escrituras Editora e a Casa das Rosas - Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura, com curadoria do poeta José Geraldo Neres.

Os convidados:
CLEBERTON SANTOS. Poeta, crítico literário e professor do IFBA. Vencedor do Prêmio Escritor Universitário Alceu Amoroso Lima, da Academia Brasileira de Letras, em 2002. Publicou os livros de poesia Ópera Urbana (2000), Lucidez Silenciosa (2005) e Cantares de Roda (2011).
Blogue: http://clebertonsantos.blogspot.com.br/

ELISA ANDRADE BUZZO (1981, São Paulo). Publicou os livros de poemas Se lá no sol (7Letras, 2005), Noticias de ninguna parte (Limón Partido, 2009), Canción retráctil (La Cartonera, 2010), Kanto retráctil (Yiyi Jambo, 2010) e Vário som (Patuá, 2012). É formada em jornalismo pela ECA-USP. Colunista da revista eletrônica Digestivo Cultural: http://www.digestivocultural.com/

LILIAN AQUINO. Poeta. Publicou “Pequenos afazeres domésticos” (2011, Editora Patuá), e nas revistas: Inimigo Rumor, Mininas, Metamorfose, Zunái, Celuzlose e no jornal de poesia O Casulo. Formada em Letras pela Universidade de São Paulo.
Blogue: http://saladospassosperdidos.wordpress.com/

LUCILA DE JESUS. Poeta, psicanalista, pesquisadora junto às comunidades indígenas. Publicações: 'Poemas Divertidos' (2009, Editora Nossa), 'Na fronteira das relações de cuidado em saúde indígena' (2011, Annablume/FAPESP), 'Pequena Cartografia da Poesia Brasileira Contemporânea' (2011, Edições Caiçaras).
Contato: lucilajmg@gmail.com

OSVALDO RODRIGUES, paranaense, radicado em São Paulo. Poeta e romancista. Publicou os livros de poesia: "Voo Singular" (1979), "Mascando Esperanças com Dentes de Vidro" (1983), "Fôlego" (1985), e Exercícios Ilusórios seu primeiro romance (Editora Ficções, 2011).

REGINA LYRA, poeta paraibana. Escreveu sete livros e participou de quase 30 antologias, Membro titular do Pen Clube do Brasil, da UBE-SP e UBE-RJ. Seu mais recente livro de poesia lançado em várias capitais brasileiras Vão da Palavra, 2011. Contato: reginalyra@gmail.com

PARTICIPAÇÃO ESPECIAL: POÉTICAS DO DESACONTECER
(Artistas-performers envolvidos: Ana Musidora, Diogo Cardoso, Franciane de Paula e Murilo De Paula). “As coisas que acontecem aqui, acontecem paradas, acontecem porque não foram movidas. Desacontecem.” (Manoel de Barros). Serão realizadas quatro ações simultâneas, em que cada artista-performer abordará o “desacontecer”, a partir do excerto acima, do encontro comum com o Butoh e de suas próprias memórias e corpos.

CURADORIA:
JOSÉ GERALDO NERES. Poeta, ficcionista, e produtor cultural paulista. Publicou os livros de poesia: Pássaros de papel (Dulcinéia Catadora, 2007) e Outros silêncios (Escrituras Editora, 2009). O livro Olhos de Barro (reedição, Editora Patuá, 2012) recebeu menção especial no 3º Prêmio Gov. de Minas Gerais de Literatura, ficção – 2010. Diretor de Formação Literária da União Brasileira de Escritores – UBE. Blog: http://neres-outrossilencios.blogspot.com/

Escrituras Editora
Rua Maestro Callia, 123 - Vila Mariana
04012-100 - São Paulo - SP - Brasil
Tel.: (11) 5904-4499 (Pabx)
www.escrituras.com.br
www.youtube.com/user/EscriturasEditora
http://escrituraseditora.blogspot.com/
www.twitter.com/escriturasedit
www.facebook.com/escrituraseditoraII
http://gplus.to/escrituraseditora

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Lançamento Os cartazes desta história

Instituto Vladimir Herzog e Escrituras Editora lançam
  “Os cartazes desta história”, livro que reúne manifestações
 políticas da América Latina em prol dos Direitos Humanos
 Obra é parte do projeto “Resistir é Preciso...”, que resgata a memória da resistência contra a ditadura
 Em 6 de Novembro, terça-feira, o Instituto Vladimir Herzog lançará o livro Os Cartazes desta História, uma compilação de 300 cartazes, documentos e fotografias políticos contra regimes militares e desrespeito aos direitos humanos nos vários países da América Latina. O coquetel de lançamento, aberto ao público, será na Livraria Cultura (Avenida Paulista, nº 2073), a partir das 19h, com a presença de Vladimir Sacchetta, José Luiz Del Roio e Ricardo Carvalho, autores da obra, e de Ivo Herzog, diretor do Instituto.
 Com destaque à resistência contra a ditadura no Brasil (1964-1984) e à  rearticulação da sociedade civil depois da Anistia de 1979, as cartazes retratam denúncias e solidariedade dos brasileiros frente à situação no País e também nos vizinhos que viviam sob a intervenção militar.
Para ilustrar esses momentos, a obra é divida em seis capítulos:  Resistências, Anistia, Movimentos, Mulheres, Trabalhadores e Estudantes, Solidariedade, Mortos e Desaparecidos.
 Organizada pelo jornalista Vladimir Sacchetta e com projeto gráfico de Kiko Farkas, a edição conta com o ensaio de Chico Homem de Melo, professor da FAU-USP e autor de artigos e livros sobre design gráfico. A obra conta com o patrocínio da Sabesp, por meio da Secretaria da Cultura do Governo do Estado de São Paulo.
 Os Cartazes desta História é mais uma iniciativa do Instituto Vladimir Herzog no âmbito do projeto Resistir é Preciso..., idealizado pelo Instituto Vladimir Herzog, que tem por objetivo manter viva na memória dos brasileiros a luta da imprensa durante a ditadura, momento em que centenas de profissionais do meio foram presos, torturados e assassinados. A obra segue os padrões do livro As Capas desta História (2011), em que o destaque foi a imprensa alternativa e clandestina brasileira produzidas por jornalistas (muitos deles exilados) entre 1964 e 1979. Integra também o projeto a coletânea de 12 DVDs Os Protagonistas desta História, patrocinada pela Petrobras, com depoimentos de 60 jornalistas e “fazedores de jornais” que vivenc iaram e enfrentaram as dificuldades da época.
Lançamento: Os cartazes desta história
Quando:
6 de Novembro, terça-feira
Horário: a partir das 19h
Onde: Livraria Cultura - Avenida Paulista, 2073, São Paulo (SP)
Escrituras Editora
Rua Maestro Callia, 123 - Vila Mariana
04012-100 - São Paulo - SP - Brasil
Tel.: 
 5904-4499 (Pabx)/5904-4492 (direto)