quarta-feira, 25 de agosto de 2010

QUINTA POETICA na CASA DAS ROSAS - 26-agosto-2010



Escrituras Editora e Casa das Rosas convidam para a

QUINTA POÉTICA

com os poetas convidados
João Gomes de Sá, Rodolfo Guttilla, Rubens Jardim e Sílvia Rocha, com participação especial dos artistas do Circo Spacial.

Agradecimentos especiais ao poeta Celso de Alencar (curador).

Quinta-feira, 26 de agosto de 2010
a partir das 19h (evento gratuito)

Casa das Rosas - Espaço Haroldo de Campos
Av. Paulista, 37 - São Paulo/SP
Próximo ao metrô Brigadeiro.
Convênio com o estacionamento Patropi - Alameda Santos, 74
Informações: (11) 5904-4499
è Próxima QUINTA POÉTICA: 30 de setembro de 2010, quinta-feira, às 19h, na CASA DAS ROSAS.
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Saiba mais sobre o evento e os convidados:

Quinta poética
Mensalmente, a Casa das Rosas abre suas portas para a Quinta Poética, um grande encontro dos amantes da boa poesia, com a presença de poetas consagrados e novos talentos, que têm a oportunidade de apresentar seu trabalho. Intervenções artísticas das mais diferentes expressões, como dança, música, artes plásticas, cultura popular, envolvem a leitura dos poemas. Grandes nomes da poesia, como Álvaro Alves de Faria, Beth Brait Alvim, Carlos Felipe Moisés, Celso de Alencar, Contador Borges, Eunice Arruda, Floriano Martins, Hamilton Faria, Helena Armond, José Geraldo Neres, Raimundo Gadelha, Raquel Naveira, Renata Pallottini, Renato Gonda, entre outros, já estiveram presentes nesses encontros, que são promovidos pela Escrituras Editora e a Casa das Rosas.

Os poetas:
Celso de Alencar (curador da Quinta Poética) é poeta e declamador paraense, radicado em São Paulo desde 1972. O poeta e crítico Cláudio Willer, afirma que se trata do mais enfático poeta contemporâneo. O compositor e poeta Jorge Mautner o considera um poeta da 4ª dimensão, escandalizador e libertador de almas. É reconhecido entre os grandes talentos da geração de 1970, se apresentou na Inglaterra, França e Portugal. Tem vários livros publicados, entre eles: Tentações (1979), Os Reis de Abaeté (1985), O Pastor (1994, infanto-juvenil), O Primeiro Inferno e Outros Poemas (1994 e 2001), A Outra Metade do Coração (CD- antologia poética) e Testamentos (2003). Participou de diversas antologias no Brasil e no exterior, além de publicações em revistas e periódicos. Palestrante e integrante de diversos júris de concursos de poesia. Ex-diretor da União Brasileira dos Escritores - UBE (gestão 1990/92 e 1992/94).

João Gomes de Sá é poeta alagoano da Cidade de Água Branca. É autor de “O Corcunda de Notre Dame” e “Alice no País das Maravilhas” em Cordel (Editora Nova Alexandria). Publicou seu primeiro livro de poesia em 1988: “Asneirice de Poeta” – edição do autor. Mais tarde, década de 1990 editou “Professor é Cultura, Não é prosa Não” e “A Ressurreição do Boi” (Editora Edicon). É um dos fundadores do Movimento-Escola Caravana do Cordel. Atualmente é professor da rede pública de ensino de São Paulo e vez por outra ministra palestras sobre cultura popular brasileira.

Rodolfo Witzig Guttilla é jornalista, antropólogo e poeta, há 15 anos atua no campo da comunicação, do marketing e dos relacionamentos públicos. Em versos publicou “Sopa de Letras” (1984), “apenas” (1986), e “Uns & Outros Poemas” (2005). Teve poemas incluídos nas coletâneas: “100 Haicaístas Brasileiros” (1990), “Qu4rta-feira, Coletânea de Prosa e Verso” (2003), “Outra Qu4rta-feira” (2010) e “Roteiro da Poesia Brasileira, Década de 80” (no prelo). É também autor do estudo de Antropologia cultural, “A Casa do Santo & o Santo de Casa (2007) e organizador da coletânea “Boa Companhia Haicai (Companhia das Letras, 2009).

Rubens Jardim é jornalista e poeta. Publicou poemas nas antologias: 4 Novos Poetas na Poesia Nova (1965, SP), Antologia da Catequese Poética (1968, SP), Poesia del Brasile D'oggi (1969, Itália), Vício da Palavra (1977, SP), Fui Eu (1998, SP), Poesia para Todos (2000, RJ), Antologia Poética da Geração 60 (2000, SP), Letras de Babel (2001, Uruguai), Paixão por São Paulo (2004, SP), Rayo de Esperanza (2004, Espanha), Congresso Brasileiro de Poesia (2008, RS). É autor de dois livros de poemas: Ultimatum e Espelho Riscado. Promoveu e organizou o ANO JORGE DE LIMA em 1973, em comemoração aos 80 anos do nascimento do poeta), evento que contou com o apoio de Carlos Drummond de Andrade, Menotti del Pichia, Cassiano Ricardo, Raduan Nassar e outras figuras importantes da Literatura Brasileira. Organizou e publicou Jorge, 80 Anos, uma espécie de iniciação à parte menos conhecida e divulgada da obra do poeta alagoano. Integrou o movimento Catequese Poética, iniciado por Lindolf Bell, em 1964, cujo lema era: o lugar do poeta é onde possa inquietar. O lugar do poema são todos os lugares.

Sílvia Rocha é jornalista, escritora e poeta. Tem graduação e mestrado em Jornalismo pela Escola de Comunicações de Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP). Sua paixão pelos haikais – micropoemas de origem japonesa – teve início nos anos 1980. Desde então, vem se dedicando ao estudo, à escrita e à divulgação de haikais e de tercetos neles inspirados. Publicou Estação Haikai e Gestação Haikai pela Scortecci (1988 e 1990) e venceu o Concurso de Poesia Falada do Café das Flores e da Revista Escrita com a série As quatro estações do ano, em 1988. Participou da antologia 100 haicaístas brasileiros, organizada por Masuda Goga, Roberto Saito e Francisco Handa (Aliança Cultural Brasil-Japão e Massao Ohno, 1990). Foi agente literária da psicanalista e escritora inglesa Susie Orbach. Dela, prefaciou A gordura é uma questão feminista e prefaciou e traduziu Afinal, o que querem as mulheres? (Record, 1987 e 1988). É colaboradora de revistas, como a Bravo!, e do Site da Granja, com a coluna Granja Sustentável: (http://www.granjaviana.com.br/coluna.asp?cn=33&scn=508). Está preparando seu novo livro de poemas e blog.

O Circo Spacial apresenta um espetáculo grandioso, sem truques nem dublês. Num show com muitos talentos e reunindo música, dança, teatro e circo, os artistas provam força e coragem desafiando limites. Coreografias e figurinos variados e modernos complementam o espetáculo. Ao mesmo tempo que é um circo moderno, o Spacial preserva a tradição da legítima arte circense, dando lugar privilegiado a malabaristas, contorcionistas, equilibristas, acrobatas, trapezistas e os eternos palhaços. O resultado é um espetáculo dinâmico e criativo, mas que resgata as raízes e os valores dessa expressão artística. Com os olhos constantemente voltados para o futuro, desde seu nascimento, há mais duas décadas, o Spacial é conhecido como o Circo do Futuro, por retratar uma realidade que ainda hoje é considerada inovadora em termos circenses. Esta visão futurista da empresária Marlene Olímpia Querubim, fundadora, diretora e proprietária do Spacial, tem sido comprovada com o tempo, mostrando por que é a única empresária a montar e gerenciar um grande circo no Brasil, ganhando o respeito e admiração de todo o meio circense e da sociedade em geral. Site: www.spacial.com.br
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Escrituras Editora
Rua Maestro Callia, 123 - Vila Mariana
04012-100 - São Paulo - SP - Brasil
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Lancamento ESTRELAS DE COURO no MUSEU DO ESTADO DE PERNAMBUCO

segunda-feira, 26 de julho de 2010

QUINTA POETICA na CASA DAS ROSAS - 29-julho-2010



Escrituras Editora e Casa das Rosas convidam para a QUINTA POÉTICA
com os poetas convidados

Alexandre Bonafim, Lúcia Gönczy, Marcelo Ariel e

Moreira de Acopiara, com participação especial da baliarina Júlia Rocha.

Agradecimentos especiais ao poeta Celso de Alencar (curador).

Quinta-feira, 29 de julho de 2010

a partir das 19h (evento gratuito)

Casa das Rosas - Espaço Haroldo de Campos
Av. Paulista, 37 - São Paulo/SP
Próximo ao metrô Brigadeiro.
Convênio com o estacionamento Patropi - Alameda Santos, 74
Informações: (11) 5904-4499

Próxima QUINTA POÉTICA: 26 de agosto de 2010, quinta-feira, às 19h, na CASA DAS ROSAS.

Quinta poética

Mensalmente, a Casa das Rosas abre suas portas para a Quinta Poética, um grande encontro dos amantes da boa poesia, com a presença de poetas consagrados e novos talentos, que têm a oportunidade de apresentar seu trabalho. Intervenções artísticas das mais diferentes expressões, como dança, música, artes plásticas, cultura popular, envolvem a leitura dos poemas. Grandes nomes da poesia, como Álvaro Alves de Faria, Beth Brait Alvim, Carlos Felipe Moisés, Celso de Alencar, Contador Borges, Eunice Arruda, Floriano Martins, Hamilton Faria, Helena Armond, José Geraldo Neres, Raimundo Gadelha, Raquel Naveira, Renata Pallottini, Renato Gonda, entre outros, já estiveram presentes nesses encontros, que são promovidos pela Escrituras Editora e a Casa das Rosas.

Os poetas:
Celso de Alencar (curador da Quinta Poética) é poeta e declamador paraense, radicado em São Paulo desde 1972. O poeta e crítico Cláudio Willer, afirma que se trata do mais enfático poeta contemporâneo. O compositor e poeta Jorge Mautner o considera um poeta da 4ª dimensão, escandalizador e libertador de almas. É reconhecido entre os grandes talentos da geração de 1970, se apresentou na Inglaterra, França e Portugal. Tem vários livros publicados, entre eles: Tentações (1979), Os Reis de Abaeté (1985), O Pastor (1994, infanto-juvenil), O Primeiro Inferno e Outros Poemas (1994 e 2001), A Outra Metade do Coração (CD- antologia poética) e Testamentos (2003). Participou de diversas antologias no Brasil e no exterior, além de publicações em revistas e periódicos. Palestrante e integrante de diversos júris de concursos de poesia. Ex-diretor da União Brasileira dos Escritores - UBE (gestão 1990/92 e 1992/94).

Alexandre Bonafim nasceu em Belo Horizonte (MG) e atualmente mora no interior de São Paulo. É mestre em literatura brasileira com a dissertação: ‘A graça poética do instante: poesia e memória na obra de Rubem Braga’. Cursa doutorado na USP, em literatura portuguesa, elaborando tese sobre a poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen. É poeta, ficcionista e crítico literário. Escreveu os seguintes livros: Biografia do deserto, A outra margem do tempo e O olhar de perséfone.

Lúcia Gönczy é paulistana, poeta e produtora de eventos diversos no ramo das Artes. É coordenadora musical do Proyecto Cultural Sur Paulista. Participou de 4 Antologias (Congresso Brasileiro de Poesia - Proyecto Cultural Sur - 2007/2008), II Antologia Confraria dos Poetas(2008) e 1 Prefácio - P.O.E.M.A.S (2009, Editora Mattos). Apresentou-se em diversos espaços da cidade, como Casa das Rosas, Sopa de Letrinhas, Sarau da Camarilha dos 3, Sarau P:PP, Politeama , Parque da Aclimação, Hospital Brigadeiro, Hospital São Matheus, bares, pubs, agitos culturais diversos... Escreve para seu blog (http://luciagonczy.blogspot.com/), Projeto palavra Porrada, Clube Caiubi de Compositores (Sopa de Letrinhas), Leo Lobos, Planeta Literatura, Recanto das Letras, blogs de amigos da Cultura, como o poeta Altair de Oliveira.

Marcelo Ariel é escritor e dramaturgo. Autor dos livros: Me enterrem com a minha AR 15-2007, O céu no fundo do mar-2009 (Coletivo Dulcinéia Catadora), Tratado dos anjos afogados (LetraSelvagem-2008), Conversas com Emily Dickinson e outros poemas-2010 (Multifoco/Selo Orpheu) e Teatrofantasma (no prelo pelo Selo E/ Annablume).

Moreira de Acopiara é como o poeta Manoel Moreira Júnior assina seus trabalhos. Nasceu em 1961, no município de Acopiara, onde viveu até os 20 anos de idade, quando se mudou para São Paulo. Escreve desde adolescente e é autor de mais de cem cordéis. Gravou dois CDs com poemas de sua autoria e tem trabalhos gravados por vários artistas, inclusive Jackson Antunes. Em 2004 foi eleito para a Academia Brasileira de Literatura de Cordel (ABLC), com sede no Rio de Janeiro desde 1981. Tem nove livros publicados, dentre eles Atitudes que Constroem (Ed. Ensinamento - 2010), Cordel em Arte e Versos e Medo? Eu, Hem? (Ed. Duna Dueto – 2008).

Júlia Rocha estuda dança e performance no curso Comunicação das Artes do Corpo da PUC-SP. Desde 2008 trabalha o solo “Tentativa de Salvar o Mundo”, integra projetos da key zetta & cia e participa como agregada de projetos da plataforma Desaba, de Cristian Duarte e Thelma Bonavita. Como parceria artística, desenvolve estudos performáticos com Daniel Fagundes. No começo do ano, deu assistência para a pesquisa “Coleta de Vestígios”, de Marta Soares. Atualmente, compõe o projeto “Público”, de Adriana Grechi.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

TEM PLANTA QUE VIROU BICHO em CAMPINAS

Últimos dias da exposição Tem planta que virou bicho no
Royal Palm Plaza, em Campinas




As férias de julho já chegaram, e o Royal Palm Plaza, um dos resorts mais completos do Brasil, preparou uma programação especial. Uma das atrações será o pacote que inclui a famosa feijoada do restaurante Jardins de Vila Real, com um buffet de salada, pratos quentes e sobremesas, e a exposição do livro infantil “Tem planta que virou bicho!” (Coleção Escritinha - Escrituras Editora), da escritora Alda de Miranda, de Campinas.



O livro é ilustrado com fotos divertidas de frutas, verduras e legumes em formato de animais, feitas pelo fotógrafo paraibano Cacio Murilo.

A história dos animais e plantas que decidiram trocar de lugar dá vida a seres estranhos, como o inhame-tubarão, o melão-canário, o chuchu-sapo, a maçã-coruja, a banana-boto, a uva-formiga e um curioso alho-pato. Os personagens levam a garotada ao mundo do faz-de-conta e, apesar de ser escrito para o público infantil, o livro também encanta aos adultos.

A exposição, que acontece no espaço tematizado Miniville, poderá ser visitada todos os sábados do mês de julho, às 15h, mediante a compra da feijoada do restaurante Jardin de Vila Real e um livro.

Serviço:
Dias: 17, 24 e 31 de julho de 2010
Horário:
- Almoço das 12h às 15h
- Exposição: 15h
Valor:
- Buffet Jardins de Vila Real: R$ 76,00 por pessoa (crianças de 5 a 12 anos: R$ 45,00)
- Livro “Tem planta que virou bicho!” (Escrituras Editora): R$20,00

quarta-feira, 23 de junho de 2010

QUINTA POETICA na CASA DAS ROSAS_ 24-junho-2010



Escrituras Editora e Casa das Rosas convidam para a

QUINTA POÉTICA

com os poetas convidados
Beatriz Amaral, Evandro Alves Maciel, Geraldo Maia e Raimundo Gadelha, com participação especial de Tiganá.
Agradecimentos especiais ao poeta Celso de Alencar (curador).


Quinta-feira, 24 de junho de 2010, a partir das 19h

Casa das Rosas - Espaço Haroldo de Campos
Av. Paulista, 37 - São Paulo/SP
Próximo ao metrô Brigadeiro.
Convênio com o estacionamento Patropi - Alameda Santos, 74
Informações: (11) 5904-4499
Próxima QUINTA POÉTICA: 29 de julho de 2010, quinta-feira, às 19h, na CASA DAS ROSAS.


Quinta poética
Mensalmente, a Casa das Rosas abre suas portas para a Quinta Poética, um grande encontro dos amantes da boa poesia, com a presença de poetas consagrados e novos talentos, que têm a oportunidade de apresentar seu trabalho. Intervenções artísticas das mais diferentes expressões, como dança, música, artes plásticas, cultura popular, envolvem a leitura dos poemas. Grandes nomes da poesia, como Álvaro Alves de Faria, Beth Brait Alvim, Carlos Felipe Moisés, Celso de Alencar, Contador Borges, Eunice Arruda, Floriano Martins, Hamilton Faria, Helena Armond, José Geraldo Neres, Raimundo Gadelha, Raquel Naveira, Renata Pallottini, Renato Gonda, entre outros, já estiveram presentes nesses encontros, que são promovidos pela Escrituras Editora e a Casa das Rosas.

Os poetas:
Celso de Alencar (curador) é poeta e declamador paraense, radicado em São Paulo desde 1972. O poeta e crítico Cláudio Willer, afirma que se trata do mais enfático poeta contemporâneo. O compositor e poeta Jorge Mautner o considera um poeta da 4ª dimensão, escandalizador e libertador de almas. É reconhecido entre os grandes talentos da geração de 1970, se apresentou na Inglaterra, França e Portugal. Tem vários livros publicados, entre eles: Tentações (1979), Os Reis de Abaeté (1985), O Pastor (1994, infanto-juvenil), O Primeiro Inferno e Outros Poemas (1994 e 2001), A Outra Metade do Coração (CD- antologia poética) e Testamentos (2003). Participou de diversas antologias no Brasil e no exterior, além de publicações em revistas e periódicos. Palestrante e integrante de diversos júris de concursos de poesia. Ex-diretor da União Brasileira dos Escritores - UBE (gestão 1990/92 e 1992/94).

Beatriz Helena Ramos Amaral nasceu em São Paulo e começou a escrever pequenos contos e poemas aos 6 anos de idade. Estreou em literatura em 1980, com o romance DESENCONTRO, seguido de COSMOVERSOS (poemas, 1983), ENCADEAMENTOS (1988), PRIMEIRA LUA (haicais, 1990, em parceria com Elza Ramos Amaral), POEMA SINE PRAEVIA LEGE (1993, finalista do PRÊMIO JABUTI – poesia), PLANAGEM (1998), ALQUIMIA DOS CÍRCULOS (2003), CÁSSIA ELLER: CANÇÃO NA VOZ DO FOGO (2002) e LUAS DE JÚPITER (2007). Participou de antologias no Brasil e no exterior. Artigos sobre seus livros foram publicados na Itália, na Alemanha e em Portugal. Em 2006, recebeu o PREMIO INTERNAZIONALE FRANCESCO DI MICHELLE de Poesia, de Caserta, Itália. Formada em Direito pela USP e em Música pela FASM, é membro do Ministério Público do Estado de São Paulo desde 1986, sendo atualmente Procuradora de Justiça. É Mestre em Literatura e Crítica Literária pela PUC-SP (2005).
Site: http://beatrizhramaral.sites.uol.com.br=
http://www.myspace.com/beatrizhramaral

Evandro Alves Maciel é poeta paulistano, nascido em 1980, autor dois livros ainda no prelo: ‘O Silêncio e Outras Formas de Tortura’, livro de poemas inspirado na Antologia de Manuel Bandeira e do livro ‘Inspirações’, obra de prosa poética inspirada em ‘Água Viva’, de Clarice Lispector. Publica regularmente no blog EloArte.Humanitas http://eloarte.blogspot.com

Geraldo Maia Santos (Geraldo Maia), é natural de Itabuna, Bahia, mas mora em Vinhedo, São Paulo. Além de ator e diretor teatral, é poeta, escritor, arte-educador, produtor-cultural e recitador performático. Tem dezessete livros publicados: nove de poesia, dois de ficção (romance), cinco de cordel e um de literatura infantojuvenil. Foi premiado com menção honrosa pelo Concurso de Poesia do Banco Capital (BA)

Raimundo Gadelha é poeta e fotógrafo, formado em Publicidade e em Jornalismo pela Universidade Federal da Pará, com especialização na Universidade de Sophia, em Tóquio, Japão, onde residiu por três anos, depois de ter estudado em Nova York. Sua obra percorre o romance, o conto e a poesia, tendo 15 livros publicados, entre eles Vida útil do tempo (poesia, 2004) e Em algum lugar do horizonte (romance, 2000), editado na Grécia e no México. Atuou durante três anos como editor da Aliança Cultural Brasil-Japão e, em 1994, fundou a Escrituras Editora (www.escrituras.com.br), que comanda até hoje. Em 2007, assumiu a direção da editora e livraria virtual Arte Paubrasil (www.artepaubrasil.com.br) e em 2009 adquiriu os selos A Girafa e Girafinha, dando continuidade às suas publicações.

Tiganá é um dos raros brasileiros a compor em línguas africanas. Traz sonoridade inspirada na polifonia e com fonte na anterioridade. Cantor e jovem poeta, gravou recentemente o CD autoral Maçalê, com direção musical de Luiz Brasil e participações de renomados artistas da MPB. Pesquisador incansável das suas raízes afro-brasileiras – e um dos compositores favoritos da cantora Virgínia Rodrigues, Tiganá revela, através da criação e do seu cantar tão específico, um olhar moderno e ancestral sobre o mundo.
http://www.myspace.com/avozdetigana
http://tigana.com.br/

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Para entender o cinema brasileiro



Escrituras Editora, Instituto Iniciativa Cultural e Itaú Cultural
convidam para o lançamento da coleção

Indústria Cinematográfica e Audiovisual Brasileira

Vol. I Cinema e Políticas de Estado
Vol. II Cinema e Economia Política
Vol. III Cinema e Mercado

Coordenada por
Alessandra Meleiro

Quinta-feira, 17 de junho de 2010, 19h
Itaú Cultural
Av. Paulista, 149 - São Paulo/SP
Tel.: (11) 2168-1700
(próximo à estação Brigadeiro do metrô)

Realização: Escrituras Editora, Instituto Iniciativa Cultural, CENA - Centro de Análise do Cinema e do Audiovisual,
Itaú Cultural - Rumos e Observatório Itaú Cultural

PROJETO APOIADO PELO GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO,
SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA - PROGRAMA DE AÇÃO CULTURAL 2008
Correalização: Cinnamon Comunicação

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Saiba mais sobre a coleção Indústria Cinematográfica e Audiovisual Brasileira

O Instituto Iniciativa Cultural, a Escrituras Editora e a Cinnamon Comunicação apresentam a coleção “Indústria Cinematográfica e Audiovisual Brasileira”, composta por três livros que apresentam um panorama detalhado sobre o mercado, a economia e as políticas públicas voltadas para o setor. A coleção contou com a coordenação da pesquisadora Alessandra Meleiro e reúne artigos de gestores, profissionais do mercado e outros pesquisadores.

No volume I, “Cinema e Políticas de Estado: da Embrafilme a Ancine”, a autora Melina Marson traça uma linha na história do cinema brasileiro, mostrando os bastidores do fim do ciclo da estatal da Embrafilme, no início dos anos 1990, passando pela criação da Lei Rouanet e da Lei do Audiovisual, a euforia do período da Retomada até chegar ao momento da repolitização e a participação da televisão no cinema, em 2002, culminando com a criação da Agência Nacional do Cinema - ANCINE.

Em “Cinema e Economia Política” (vol. II), diversos autores analisam as especificidades econômicas da indústria. Em seu artigo, o diplomata Marco Farani destrincha a política externa de promoção do cinema nacional em festivais internacionais e também em eventos específicos para filmes brasileiros. Edna dos Santos-Duisenberg aponta os desafios da economia criativa, enquanto Alessandro Teixeira detalha o papel da Apex-Brasil nesse contexto.

Outros temas desse volume são os novos modelos de regulação para o cinema e a televisão, trabalhados por César Bolaño e Anna Carolina Manso; a economia das indústrias audiovisuais, por Valério Cruz Brittos e Andres Kalikoske; o desenvolvimento de blockbusters brasileiros, em artigo de Fábio Sá Earp e Rodrigo Guimarães e Souza; a ética e o direito no cinema, por Marcos Bitelli; e um estudo de caso de Isaura Botelho sobre as práticas audiovisuais em São Paulo.

Por fim, “Cinema e Mercado”, a terceira obra da coleção, retrata em profundidade o tripé produção, distribuição e exibição. Arthur Autran escreve sobre o pensamento industrial brasileiro, João Paulo Rodrigues Matta faz um apanhado sobre a ineficácia da distribuição, enquanto Luiz Gonzaga de Luca traz números e especificidades do parque exibidor.

Antonio Leal e Tetê Mattos falam sobre o crescimento dos festivais nacionais, Sabrina Nudeliman e Daniela Pfeiffer discutem as novas mídias para o cinema, João Carlos Massarolo e Marcus Vinícius Alvarenga seguem na linha dos novos arranjos da economia digital, e Randal Johnson mostra o desempenho dos filmes brasileiros nos Estados Unidos.

Essa coleção é uma iniciativa pioneira no Brasil, resultante da Premiação do Programa de Ação Cultural (PAC) da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, edição 2009, e divulga os vários setores da área audiovisual, propondo uma ampla abordagem com alto nível de conteúdos e aplicações experimentais que englobam gráficos, ilustrações e fotografias.

Também permite ao leitor adentrar na indústria audiovisual, com uma perspectiva interdisciplinar, apoiada nas macrovisões de futuro, cobrindo assim uma grave carência de perspectivas estratégicas das organizações empresariais desta indústria.

Sobre a organizadora Alessandra Meleiro:
Pós-doutora junto à University of London (Media and Film Studies) e Pesquisadora Associada do Cebrap (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento: www.cebrap.org.br), onde Coordena o Centro de Análise do Cinema e do Audiovisual (www.cenacine.com.br). Doutora em Cinema e Políticas Culturais pela ECA/USP. Autora do livro “O Novo Cinema Iraniano: uma opção pela intervenção social” e organizadora das coleções “Cinema no mundo: indústria, política e mercado”, que conta com cinco volumes, e “A Indústria Cinematográfica Brasileira”, que conta com três volumes. Presidente do Instituto Iniciativa Cultural (www.iniciativacultural.org.br) e Professora Adjunta do Curso de Produção Cultural da Universidade Federal Fluminense (UFF)/ Rio de Janeiro. Guest Editor do Journal of African Cinemas, Intellect Publishers (UK) e Conferencista Internacional.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

O livro TEM PLANTA QUE VIROU BICHO na TV Globo - Programa MAIS VOCE - ANA MARIA BRAGA



TV Globo
Programa Mais você
Ana Maria Braga entrevista o fotógrafo paraibano Cacio Murilo, responsável pelas imagens do livro Tem planta que virou bicho! (Coleção Escritinha - Escrituras Editora)
No ar: 26-maio-2010, quarta-feira (8h15 às 9h40), rede nacional
Clique na imagem acima para assistir a entrevista (duração: 9 min)

terça-feira, 25 de maio de 2010

QUINTA POETICA - 27-maio-2010



Escrituras Editora e Casa das Rosas convidam para a QUINTA POÉTICA
com as poetas convidadas
Eunice Arruda, Graça Fontelles, Helena Borges e Karin Massaro, com participação especial de Sandra Miyazawa e Tiganá.
Agradecimentos especiais ao poeta Celso de Alencar (curador) e Joyce Cavalccante, presidente da REBRA - Rede de Escritoras Brasileiras.

Quinta-feira, 27 de maio de 2010, às 19h

Casa das Rosas - Espaço Haroldo de Campos
Av. Paulista, 37 - São Paulo/SP
Próximo ao metrô Brigadeiro.
Convênio com o estacionamento Patropi - Alameda Santos, 74
Informações: (11) 5904-4499

Quinta poética
Mensalmente, a Casa das Rosas abre suas portas para a Quinta Poética, um grande encontro dos amantes da boa poesia, com a presença de poetas consagrados e novos talentos, que têm a oportunidade de apresentar seu trabalho. Intervenções artísticas das mais diferentes expressões, como dança, música, artes plásticas, cultura popular, envolvem a leitura dos poemas. Grandes nomes da poesia, como Álvaro Alves de Faria, Beth Brait Alvim, Carlos Felipe Moisés, Celso de Alencar, Contador Borges, Eunice Arruda, Floriano Martins, Hamilton Faria, Helena Armond, José Geraldo Neres, Raimundo Gadelha, Raquel Naveira, Renata Pallottini, Renato Gonda, entre outros, já estiveram presentes nesses encontros, que são promovidos pela Escrituras Editora e a Casa das Rosas.

Os poetas:
Celso de Alencar (curador) é poeta e declamador paraense, radicado em São Paulo desde 1972. O poeta e crítico Cláudio Willer, afirma que se trata do mais enfático poeta contemporâneo. O compositor e poeta Jorge Mautner o considera um poeta da 4ª dimensão, escandalizador e libertador de almas. É reconhecido entre os grandes talentos da geração de 1970, se apresentou na Inglaterra, França e Portugal. Tem vários livros publicados, entre eles: Tentações (1979), Os Reis de Abaeté (1985), O Pastor (1994, infanto-juvenil), O Primeiro Inferno e Outros Poemas (1994 e 2001), A Outra Metade do Coração (CD- antologia poética) e Testamentos (2003). Participou de diversas antologias no Brasil e no exterior, além de publicações em revistas e periódicos. Palestrante e integrante de diversos júris de concursos de poesia. Ex-diretor da União Brasileira dos Escritores - UBE (gestão 1990/92 e 1992/94).


Eunice Arruda é poeta, com treze livros publicados, entre eles: É tempo de noite, Mudança de lua, Há estações. Presença constante em antologias no Brasil e no exterior. Paralelo à criação de poemas, coordena oficinas regulares de poesia. Fez parte da diretoria da União Brasileira de Escritores (UBE). Recebeu inúmeros prêmios, entre os quais: Pablo Neruda (Argentina), Mérito Cultural (Rio de Janeiro) e Mulheres do Mercado (São Paulo).

Graça Fontelles é natural de Fortaleza-Ceará. Casada, mãe três filhos: Cristiane (Odontóloga), Manassés (Humanista) e Daniel (Psicólogo). Avó de Tamara Hadassah, Gabriel, Benjamin, Ana Liz e Pedro Arthur. Poetisa, odontóloga, formada pela Universidade Federal do Ceará (1977), Mestre em Farmacologia pela mesma Universidade (2003). Especialista em Clínica Odontológica pela Eastman Dental Center, University of Rochester, NY. Especialista em Periodontia pelo CRO desde 1987. Pesquisadora da Universidade de Charlottesville (1991-1992). Mestre em Ciências da Religião pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (2006), e Doutora em Letras pela mesma Universidade (2009). Membro da União Brasileira de Escritores (UBE).

Helena Borges nasceu em São Paulo. Foi acadêmica de Letras e trabalha com turismo desde 1995. Começou a escrever aos 15 anos, já publicando de forma independente em 1988. Retornou à escrita na Bienal de São Paulo, em 2008, com a antologia ‘Delicatta III’ (Ed. Scortecci). Participou da XVIII Antologia Del Secchi e da coletânea ‘Reflexões para bem viver’ e da Antologia ‘Universo Paulistano’ (Andross Editora), livro em homenagem aos 455 anos de São Paulo. Também participou das coletâneas ‘As cartas que nunca mandei’ e ‘Latinidade poética’, projeto 48 horas do escritor Marcelo Puglia.
Ainda nesse semestre, lançará seu livro ‘Um passo a mais’, reflexões em poemas e já está escrevendo o livro ‘Amor não correspondido’.

Karin Massaro nasceu em São Paulo. Escreve poesias desde os 7 anos e aos 16 anos já publicava seu primeiro livro, ‘Plano e convexo’ (Editora ECE). A obra, prefaciada por Paulo Zingg, presidente da Associação Paulista de Imprensa, recebeu elogios do Ministro da Justiça, Dr. Euclides Pereira de Mendonça, da Ministra da Educação Dra. Esther de Figueiredo Ferraz, da Câmara Municipal de São Paulo e do Secretário de Agricultura do Rio Grande do Sul Dr. João Salvador de Souza Jardim. Publico também ‘Amor e hepatite viral’ (Editora Legnar, 2001), com poesias premiadas e publicadas no Vol. IV de antologia Painel Brasileiro de Novos Talentos, da Câmara Brasileira de Jovens Talentos do RJ, em 2000. Em 2007, publica seu 3º livro, ‘Sangue quente’, cujo prefácio está sob a chancela do diretor, escritor e ator Paulo Betti.Tem participações em diversas antologias, inclusive nas publicadas pela SOBRAMES - SP (Sociedade Brasileira de Médicos Escritores-SP). É membro da REBRA e do Movimento Poético Nacional.
Médica responsável pela Hematologia do Hospital Santa Catarina , membro da Sociedade Brasileira de Hematologia e Hemoterapia, membro da American Association of Blood Banks, membro e ex-presidente da SOBRAMES - SP (Sociedade Brasileira dos Médicos Escritores), da qual foi a primeira mulher a assumir o cargo.

Sandra Miyazawa - "Um corpo que fala silencioso e dança pelos ares."
Artista circense e performer, apresenta número aéreo em lira, mesclando poesia e dança, trazendo leveza e plasticidade à cena. Especialista em aparelhos aéreos, foi premiada pela Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo [ProAC] pela criação de número solo de lira, inspirado nos poemas de Hilda Hilst. A artista vem intensificando sua pesquisa e atuação solo, e participação em espetáculos musicais, buscando sempre integrar dança, poesia e música às artes circenses. Dos diversos espetáculos que participou, destacam-se ‘Une-Dune P, de Poesia’, dirigido por Tim Rescala, Universo Umbigo, com direção de André Abujamra (Karnak) e Marcelo Castro (Circo Fractais) e Urbes, de Hugo Possolo, além de shows musicais de Kléber Albuquerque, Quarteto Pererê e Fred Martins.
http://www.myspace.com/sandramiyazawa
http://www.youtube.com/watch?gl=US&v=wmAPHBMYO0g
http://www.flickr.com/photos/sandramiyazawa/show/

Tiganá é um dos raros brasileiros a compor em línguas africanas. Traz sonoridade inspirada na polifonia e com fonte na anterioridade. Cantor e jovem poeta, gravou recentemente o CD autoral Maçalê, com direção musical de Luiz Brasil e participações de renomados artistas da MPB. Pesquisador incansável das suas raízes afro-brasileiras – e um dos compositores favoritos da cantora Virgínia Rodrigues, Tiganá revela, através da criação e do seu cantar tão específico, um olhar moderno e ancestral sobre o mundo.
http://www.myspace.com/avozdetigana
http://tigana.com.br/


Veja as últimas edições da Quinta Poética em
http://www.youtube.com/user/EscriturasEditora

quinta-feira, 29 de abril de 2010

QUINTA POETICA na CASA DAS ROSAS




Escrituras Editora e Casa das Rosas convidam para a

QUINTA POÉTICA

com os poetas convidados Celso de Alencar (curador), Edson Bueno de Camargo, José Geraldo Neres e Márcio Barbosa, com participação especial do Quarteto Pererê.

Quinta-feira, 29 de abril de 2010, a partir das 19h

Casa das Rosas - Espaço Haroldo de Campos
Av. Paulista, 37 - São Paulo/SP
Próximo ao metrô Brigadeiro.
Convênio com o estacionamento Patropi - Alameda Santos, 74
Informações: (11) 5904-4499

Mensalmente, a Casa das Rosas abre suas portas para a Quinta Poética, um grande encontro dos amantes da boa poesia, com a presença de poetas consagrados e novos talentos, que têm a oportunidade de apresentar seu trabalho. Intervenções artísticas das mais diferentes expressões, como dança, música, artes plásticas, cultura popular, envolvem a leitura dos poemas. Grandes nomes da poesia, como Álvaro Alves de Faria, Beth Brait Alvim, Carlos Felipe Moisés, Celso de Alencar, Contador Borges, Eunice Arruda, Floriano Martins, Hamilton Faria, Helena Armond, José Geraldo Neres, Raimundo Gadelha, Raquel Naveira, Renata Pallottini, Renato Gonda, entre outros, já estiveram presentes nesses encontros, que são promovidos pela Escrituras Editora e a Casa das Rosas.

Os poetas:
Celso de Alencar (curador) é poeta e declamador paraense, radicado em São Paulo desde 1972. O poeta e crítico Cláudio Willer, afirma que se trata do mais enfático poeta contemporâneo. O compositor e poeta Jorge Mautner o considera um poeta da 4ª dimensão, escandalizador e libertador de almas. É reconhecido entre os grandes talentos da geração de 1970, se apresentou na Inglaterra, França e Portugal. Tem vários livros publicados, entre eles: Tentações (1979), Os Reis de Abaeté (1985), O Pastor (1994, infanto-juvenil), O Primeiro Inferno e Outros Poemas (1994 e 2001), A Outra Metade do Coração (CD- antologia poética) e Testamentos (2003). Participou de diversas antologias no Brasil e no exterior, além de publicações em revistas e periódicos. Palestrante e integrante de diversos júris de concursos de poesia. Ex-diretor da União Brasileira dos Escritores - UBE (gestão 1990/92 e 1992/94).

Edson Bueno de Camargo nasceu em Santo André - SP, em 1962, mora em Mauá – SP. Publicou: “De Lembranças & Fórmulas Mágicas” Edições Tigre Azul/ FAC Mauá -2007; ”O Mapa do Abismo e Outros Poemas” Edições Tigre Azul/ FAC Mauá -2006, “Poemas do Século Passado-1982-2000”, participou de algumas antologias poéticas. Participa do grupo poético/literário Taba de Corumbê da cidade de Mauá –SP. http://umalagartadefogo.blogspot.com

José Geraldo Neres (Garça SP, 1966) - Poeta, ficcionista, roteirista, autor de três livros: Outros silêncios, (poesia, Escrituras Editora, 2009), Prêmio Programa de Ação Cultural - ProAC - Concurso de Apoio a Projetos de Publicação de Livros no Estado de São Paulo, 2008, Pássaros de papel (Projeto Dulcinéia Catadora, edição artesanal, SP, 2007) e Olhos de barro (lançamento em maio/2010), da coleção Orpheu da editora Multifoco (2010). Atua na área de Gestão Cultural, como produtor cultural, arte-educador, ministrando oficinas literárias, ênfase em criação literária e estímulo à leitura.

Márcio Barbosa nasceu em São Paulo/SP. É Pesquisador e um dos coordenadores do Quilombhoje Literatura. Fez as entrevistas e os textos do livro Frente Negra Brasileira e é um dos responsáveis pelo documentário e livro Bailes – Soul, Samba-Rock, Hip Hop e Identidade em São Paulo. Junto com Esmeralda Ribeiro e Niyi Afolabi co-organizou os livros Afro Brazilian Mind e Black Notebooks (este último é uma versão em inglês de Cadernos Negros), lançados nos EUA.

Quarteto Pererê foi formado a partir das comemorações dos 8O anos da Semana de Arte Moderna, com motivações antropofágicas. O quarteto dialoga com a música instrumental no diálogo entre gaita (Edson Tadeu), violão de 7 cordas (Alessandro Ferreira), violino (Tchêlo Nunes) e viola brasileira de 10 cordas (Francisco Andrade). Seu repertório abarca composições, inventivas e arranjos de temas da tradição musical brasileira, autores medievais e contemporâneos. Atualmente, o Pererê está divulgando seu mais recém lançado CD, "Balaio", que alia "tradição e modernidade numa mistura bem dosada". www.myspace.com/quartetoperere

quarta-feira, 24 de março de 2010

QUINTA POETICA NA CASA DAS ROSAS_25-março-2010



Escrituras Editora e Casa das Rosas convidam para a
QUINTA POÉTICA
com os poetas convidados

Celso de Alencar (curador), Luiz Roberto Guedes, Reynaldo Damazio,
Roberto Bicelli e Tonho França.
Participação especial de Jô Medeiros, apresentando três coreografias de sapateado: "As Montanhas", de Gabriel Rabelo Gomes, "Senhorinha", de Guinga e Paulo César Pinheiro, e "Beija-Flor de Laranjeira", de Zeca Collares. Músicas extraídas do CD Balaio, do Quarteto Pererê.

Quinta-feira, 25 de março de 2010, a partir das 19h
Casa das Rosas - Espaço Haroldo de Campos
Av. Paulista, 37 - São Paulo/SP
Próximo ao metrô Brigadeiro.
Convênio com o estacionamento Patropi - Alameda Santos, 74
Informações: (11) 5904-4499
Próxima QUINTA POÉTICA: 29 de abril de 2010, quinta-feira, às 19h, na CASA DAS ROSAS.
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Saiba mais sobre o evento e os convidados:
Quinta poética

Mensalmente, a Casa das Rosas abre suas portas para a Quinta Poética, um grande encontro dos amantes da boa poesia, com a presença de poetas consagrados e novos talentos, que têm a oportunidade de apresentar seu trabalho. Intervenções artísticas das mais diferentes expressões, como dança, música, artes plásticas, cultura popular, envolvem a leitura dos poemas. Grandes nomes da poesia, como Álvaro Alves de Faria, Beth Brait Alvim, Carlos Felipe Moisés, Celso de Alencar, Contador Borges, Eunice Arruda, Floriano Martins, Hamilton Faria, Helena Armond, José Geraldo Neres, Raimundo Gadelha, Raquel Naveira, Renata Pallottini, Renato Gonda, entre outros, já estiveram presentes nesses encontros, que são promovidos pela Escrituras Editora e a Casa das Rosas.

Os poetas:
Celso de Alencar (curador) é poeta e declamador paraense, radicado em São Paulo desde 1972. O poeta e crítico Cláudio Willer, afirma que se trata do mais enfático poeta contemporâneo. O compositor e poeta Jorge Mautner o considera um poeta da 4ª dimensão, escandalizador e libertador de almas. É reconhecido entre os grandes talentos da geração de 1970, se apresentou na Inglaterra, França e Portugal. Tem vários livros publicados, entre eles: Tentações (1979), Os Reis de Abaeté (1985), O Pastor (1994, infanto-juvenil), O Primeiro Inferno e Outros Poemas (1994 e 2001), A Outra Metade do Coração (CD- antologia poética) e Testamentos (2003). Participou de diversas antologias no Brasil e no exterior, além de publicações em revistas e periódicos. Palestrante e integrante de diversos júris de concursos de poesia. Ex-diretor da União Brasileira dos Escritores - UBE (gestão 1990/92 e 1992/94).

Luiz Roberto Guedes é poeta, escritor e tradutor. Nasceu e vive em São Paulo. Publicou, entre outros, Calendário Lunático/Erotografia de Ana K, poemário bilíngue, português/italiano (Ciência do Acidente), Minima Immoralia/Dirty Limerix (Demônio Negro), a novela histórica O Mamaluco Voador (Travessa dos Editores), e organizou Paixão por São Paulo, antologia poética paulistana (Terceiro Nome), com 71 poetas, de 1920 a 2003. É autor de vários livros juvenis, como Treze Noites de Terror (Editora do Brasil), Armadilha para lobisomem (Cortez), O caçador do arco-íris (Escala Educacional) e Meu Mestre de História Sobrenatural (Nankin), obra selecionada pelo ProAc (Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo).

Reynaldo Damazio (São Paulo, 1963) é bacharel e licenciado em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo e fez curso de especialização em Publicidade na Escola Superior de Propaganda e Marketing. Trabalhou no jornal Folha de S. Paulo, foi editor assistente na Fundação Memorial da América Latina e diretor da editora da Universidade São Marcos. Foi também colaborador das revistas Cult, Entrelivros, Rodapé, Nossa América e Cacto, entre outras. Trabalha como editor, jornalista e ministra oficinas de crítica literária e quadrinhos. Autor dos livros O que é criança (Brasiliense, 1988), Poesia – linguagem (Memorial da América Latina, 1998), Nu entre nuvens (Ciência do Acidente, 2001) e Horas perplexas (Editora 34, 2008).

Roberto Bicelli, virginiano, nasceu em São Paulo em época que lhe permitiu viver três séculos:19, 20, 21. Essa é a sensação de quem foi: romântico nos cursos primário e ginasial; moderno na última semana do colegial; dadaísta, surrealista, beatinik, na universidade e que atualmente flutua sobre a geleia geral.
Três séculos de poesia vivida e uns cinco mil anos de teoria. Não é pouco, nem fácil.
Publicou dois livros:Antes que eu me esqueça (poesia) e O Colecionador de palavras (romance juvenil).

Tonho França é paulista de Guaratinguetá. Começou a escrever aos 12 anos para o Jornal “A Tribuna do Norte” de Pindamonhangaba. Depois de longo tempo em outras atividades, o poeta retorna e dedica-se a poesia, com três livros publicados: “Entre Parênteses” e “Sinos de Outono”, pela Editora Komedi, e “Blues à Tarde”, pela Editora Multifoco. É membro da U.B.E e da A.P.P.E.R.J. Premiações em diversos concursos, destacando: 3º lugar Nacional no IV festival Carioca de Poesia Prêmio Lya Luft, 3º lugar Nacional no 8 prêmio Missões, 1º lugar no IV Festival de Arte em Osasco e vencedor do I Concurso Carioca de Poesia, promovido pela ABRACI/FENAC, cujo encerramento ocorreu na Academia Brasileira de Letras (2007). Em 2008, com o poema "Blues à tarde", foi um dos vencedores do Mapa Cultural Paulista. Ministra oficinas de poesia e trabalhos voluntários na área cultural para ONGs. Ele diz: “Escrevo não para agradar ou convencer, escrevo o que minha alma grita e meu coração extravasa, por devoção à arte, escrevo por ser extremamente a verdade”.

Jô Medeiros – Josely Medeiros, nascida em 19 de março de 1959, em São Paulo, é arte-educadora com formação em Artes Plásticas pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), Dirigiu seus estudos para a dança e, paralelamente, para a Educação. Profissionalizando-se, atuou como dançarina, coreógrafa e professora de Dança e Sapateado, trabalhando hoje em escolas, centros culturais e projetos socioculturais do Estado e do Município, buscando integrar as linguagens da Dança, Música, Artes Plásticas e Literatura.
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Escrituras Editora
Rua Maestro Callia, 123 - Vila Mariana
04012-100 - São Paulo - SP - Brasil
Tel.: (11) 5904-4499 (Pabx)
Site: www.escrituras.com.br
No Youtube: www.youtube.com/user/EscriturasEditora
Blog: http://escrituraseditora.blogspot.com/

terça-feira, 16 de março de 2010

Lançamento A CASA DAS MINHAS LEMBRANÇAS




Escrituras Editora e Livraria Martins Fontes
convidam para o lançamento do livro

A CASA DAS MINHAS LEMBRANÇAS

de
Marici Accioly


Sábado, 20 de março de 2010
a partir das 15h30
Livraria Martins Fontes
Av. Paulista, 509 - Cerqueira César - São Paulo/SP
Tel.: (11) 2167-9900

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

SABOR E SAÚDE



Escrituras Editora, Templo Zu Lai e Loja Fnac Paulista
convidam para o lançamento do livro
Sabor e Saúde
As Melhores Receitas Vegetarianas do Templo Zu Lai
Receitas de
Jasmine Chen
Fotos de Edson Hong
Haverá degustação de receitas do livro
Quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010, a partir das 18h30
Loja Fnac Paulista - Fórum de Eventos
Av. Paulista, 901– Bela Vista - São Paulo/SP
Tel.: (11) 2123-2000
www.fnac.com.br

Saiba mais sobre o livro:
Sabor e Saúde
As Melhores Receitas Vegetarianas do Templo Zu Lai

Abóbora japonesa, acelga chinesa, aguê, bifum, broto de alfafa e de bambu, ervilha chinesa, farinha de amendoim, kampio, missô, nata de soja, nori, PTS e tofu. Ingredientes da alimentação vegetariana se misturam a temperos da tradicional cozinha chinesa e às delícias da culinária brasileira no apetitoso livro Sabor e Saúde – as melhores receitas vegetarianas do Templo Zu Lai, com receitas de Jasmine Chen, publicado pela Escrituras Editora.

Acompanhando a tendência atual da busca de um estilo de vida mais saudável, a culinária vegetariana tem sido a maneira mais atraente de garantir uma dieta nutritiva e diversificada, apresentada nessa obra por meio de uma coletânea de receitas baseadas em combinações saborosas, criativas e nutritivas. Vegetais, massas, grãos, tofu, proteína texturizada de soja, cereais, tubérculos, verduras, legumes e cogumelos reúnem-se em uma gostosa variedade de pratos que oferecem a todos um meio de substituir o consumo de produtos de origem animal, seja por aspectos que envolvem a saúde pessoal até os da preservação do meio ambiente ou, como defendem os ensinamentos budistas, o respeito à vida.

Sabor e saúde apresenta receitas de fácil execução, como o Bife de glúten, Arroz cinco cereais, Bolinho de tofu, Churrasquinho vegetariano, Croquete de abóbora, Estrogonofe de carne de soja, Feijoada vegetariana, Hambúrger vegetariano, Salada de rúcula com manga, Shiitake na manteiga, Shimeji à milanesa, dentre 60 opções de pratos vegetarianos.

Desde sua criação no Brasil, em 1992, o Templo Zu Lai, em Cotia (São Paulo), o primeiro templo do Monastério Fo Guang Shanna na América Latina, tem aberto seu refeitório aos frequentadores e visitantes para práticas budistas ou um primeiro contato com os ensinamentos de Buda. Inúmeros foram os pedidos para que as receitas degustadas fossem publicadas. Depois de um minucioso e requintado trabalho, a chef Jasmine Chen, sem perder de vista a simplicidade e a facilidade no preparo das receitas, testadas uma a uma, oferece-nos o resultado de seu talento lindamente documentado pelas fotos de Edson Hong.

Sobre a colaboradora:
Jasmine Chen casou-se com Jonathan Lin e teve três filhos. Quando soube que havia contraído uma doença que o levaria à morte, seu esposo, ouvindo conselhos médicos e estimulado por amigos, decidiu tornar-se vegetariano. Ela, ao vê-lo alimentar-se de pratos muito simples, decidiu acompanhá-lo na dieta vegetariana. Preocupada com a nutrição dos filhos, em fase de crescimento, e temendo que pudessem não se adaptar, Jasmine iniciou uma intensa pesquisa, sobretudo, no desenvolvimento e criação de receitas diversificadas que viessem a agradar os pequenos. Depois de uma viagem a Taiwan, onde o vegetarianismo é comum, impôs-se a missão de ensinar tudo o que aprendera sobre a culinária vegetariana, de modo que pudesse aprender como começar e a ajudar todo aquele que quisesse adotar uma dieta saudável e livre de crueldade. Atualmente, administra a cozinha e a cafeteria do Templo Zu Lai.
Saiba mais sobre os cursos de culinária vegetariana e o Templo Zu Lai em www.templozulai.org.br.


“A dieta deve ser balanceada e a atitude frente aos alimentos deve expressar gratidão. Quando o organismo recebe a quantidade certa de comida, garante-se o adequado funcionamento do sistema digestivo e um excelente desempenho do metabolismo”.
Venerável Mestre Hsing Yün

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Lançamento do livro FELIZ ANO NOVO!



Escrituras Editora, Instituto Sidarta e Livraria Cultura
convidam para o lançamento do livro
Feliz Ano Novo!
Xín Nián kuàilè
Um passeio pela cultura chinesa


de

Inty Mendoza
Mônica Krausz
ilustrações de Girotto & Santana

Quarta-feira, 16 de dezembro de 2009, a partir das 19h
Livraria Cultura - Shopping Villa-Lobos
Av. Nações Unidas, 4777 - São Paulo/SP
Tel.: (11) 3024-3599

Saiba mais sobre o livro:
Feliz Ano Novo!
Um passeio pela cultura chinesa


João é um menino brasileiro que viaja com os pais para Pequim (Beijing, como se fala por lá) e assim, no dia a dia, vai aprendendo as primeiras palavras de mandarim, a língua oficial da China. Começa com algumas saudações, o nome dos parentes, as estações do ano, os meses, os números. Descobre que o sobrenome das pessoas vem sempre na frente do nome, que o ano novo na China é comemorado por volta do mês de fevereiro e as pessoas celebram usando roupa vermelha.

O menino participa de sua primeira comemoração do ano novo chinês, no começo da primavera e do calendário lunar. Por isso, eles chamam o ano novo de Festival da Primavera. João descobre, então, inúmeras curiosidades sobre esta celebração...

As crianças recebem dos mais velhos um envelope vermelho, com um dinheirinho dentro. No jantar de ano novo, os mais velhos se servem primeiro e o cardápio não é tão estranho assim: rolinho primavera e um tipo de pastelzinho cozido, parecido com o “guioza” japonês e, de sobremesa, um bolo feito de massa de arroz. Lá fora, uma grande festa: a “Dança do Leão”, as casas iluminadas e enfeitadas de vermelho, as pessoas também vestidas de vermelho, estourando bombinhas e fogos de artifício e o “boneco-leão” circulando pelas ruas. João descobre que essa festa toda nasceu de uma lenda sobre o monstro Nián, que vivia no fundo do mar, mas sempre subia à terra firme na véspera do ano novo para comer bichos e pessoas. Mas descobriram que o monstro Nián morria de medo de fogo, de bombinhas e da cor vermelha. No primeiro dia do ano, as pessoas fazem visitas umas às outras, principalmente os familiares, em sinal de alegria.

O livro Feliz Ano Novo!, do professor Inty Mendoza e da jornalista Mônica Krausz (Escrituras Editora), conta com as ilustrações de Ricardo Girotto e Dave Santana. A obra é recomendada para o público infantil e iniciantes na aprendizagem do mandarim.

Sobre os autores:
Inty Mendoza é professor e coordenador de mandarim do Colégio Sidarta, apaixonado por filosofia chinesa. Foi por isso que decidiu aprender o idioma aos 14 anos quando passou a frequentar um templo taoísta. Essa vivência já inspirou alguns livros como os da coleção As Sete Riquezas do Homem Santo, pela editora Axis Mundi, e artigos escritos em revistas especializadas. Adora falar da China, de sua história, suas comidas, seus costumes, língua e tudo o mais.

Mônica Krausz é Jornalista Amiga da Criança titulada pela Agência de Notícias da Infância (Andi). Escreve para crianças desde 1990 quando iniciou sua carreira de jornalista no Estadinho, suplemento infantil do jornal O Estado de São Paulo. Desde então, já editou e dirigiu revistas infantis como Zá, Gênios e Jardim, e lançou alguns livros como Bruno e o Cheiro de Folia, em parceria com o Sesc-SP e Fazendo Revista na Escola, pela editora Formato. Mônica é uma admiradora da cultura oriental.

Sobre os ilustradores:
Ricardo Girotto tem desenhado para publicações variadas como jornais, livros e revistas, procurando manter sempre um traço simples, firme e divertido. Contratado por diversas editoras desde 1989, soma quase duas centenas de livros ilustrados. Ilustrou a Revista Zá de 1996 a 2001. Recebeu, em 1997, o Prêmio HQMix de Ilustração Infantil pelo trabalho, produzido em parceria com Fernandes, para a Coleção Castelo Rá-Tim-Bum, pela Cia das Letrinhas. É criador e coordenador do site www.fabricadebrinquedos.com.br.

Dave Santana é chargista, caricaturista e ilustrador de livros. Vem trabalhando para diversas publicações no Brasil e no exterior. Seu trabalho já lhe rendeu vários prêmios em salões de humor do país. Também é autor e ilustrador do livro O Pequeno Crocodilo, pela Editora Global.

Saiba mais clicando aqui:
http://www.escrituras.com.br/livro.php?isbn=9788575313497

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

TEM PLANTA QUE VIROU BICHO


Tem planta que virou bicho!

Lançamento em São Paulo:
Sábado, 12 de dezembro de 2009, das 17h às 20h
Livraria Cultura - Market Place Shopping Center
Av. Dr. Chucri Zaidan, 902 - Brooklin - São Paulo/SP
Tel.: (11) 3474-4033

Lançamento em Campinas:
Quarta-feira, 16 de dezembro de 2009, a partir das 19h
Livraria Cultura - Shopping Center Iguatemi Campinas
Av. Iguatemi, 777 - Lojas 4 e 5 - Piso 1 - Vila Brandina - Campinas/SP
Tel.: (19) 3751-4033

Lançamento em João Pessoa:
Quinta-feira, 14 de janeiro de 2010, a partir das 19h
Prefácio Livros - MAG Shopping
Av. Gov. Flávio Ribeiro Coutinho, 115 - loja 110-111 - Manaíra - João Pessoa/PB
Tel.: (83) 3048-1080


Tem planta que virou bicho!

Pimentão vira beija-flor, repolho se transforma em leitão roxo e uma pacífica carambola ressurge como uma assustadora serpente. O livro Tem planta que virou bicho! é a fusão do trabalho da publicitária Alda de Miranda, com o olhar atento do fotógrafo Cacio Murilo, que deu vida a vegetais, frutas e legumes, esculpindo-os em divertidos animais.

O livro, recheado de poesia, fala sobre os alimentos e os animais de um jeito divertido e totalmente diferente. Entre rimas e imagens criativas, esta história conta sobre o dia em que os habitantes de um lugar distante resolveram brincar de faz de conta e os animais e as plantas decidiram trocar de lugar. Surgem, então, seres estranhos como o inhame-tubarão, o melão-canário, o chuchu-sapo, a maçã-coruja, a banana-boto, a uva-formiga, um curioso alho-pato. Depois de uma tarde inteira de brincadeiras, tudo volta ao normal...

Tem planta que virou bicho! apresenta 13 transformações de vegetais em bichos, incentiva hábitos saudáveis de vida e fala das coisas da natureza enquanto passeia pelo universo lúdico, onde o que vale de verdade é a vontade de acreditar. Nos rodapés, informações nutricionais sobre os alimentos e formas divertidas de consumi-los.

Embora dirigido aos pequenos leitores, Tem planta que virou bicho! também encanta adultos pela leveza e ritmo de seus textos e pela criatividade das imagens, convidando os leitores a um alegre passeio pelo mundo da imaginação, onde a magia do faz de conta é a energia transformadora que dá mais vida às coisas.

Sobre a autora:
Alda de Miranda é publicitária e entusiasta de causas ambientais. Graduada em Comunicação Social pela PUC-Campinas, com extensão em Administração pela FGV-SP. Neta de fazendeiros, o contato com a natureza sempre fez parte de sua vida. Sua paixão por livros começou na infância, quando nada lhe parecia ser mais divertido do que passar tardes inteiras na biblioteca da casa da avó, em Mato Grosso do Sul. Em seu trabalho como especialista em marketing, foi uma das pioneiras no Brasil no desenvolvimento de ações para o lançamento de alimentos orgânicos processados. Atualmente, Alda mora em Campinas, onde dirige sua própria agência de publicidade e eventos, a Noua-Criativa.
Blog: http://templantaqueviroubicho.blogspot.com

Sobre o fotógrafo:
Filho de fotógrafos e biólogo graduado pela Universidade Federal da Paraíba, Cacio Murilo uniu a arte da fotografia com o talento para esculturas, dedicando-se a criar novas figuras e cenários de vida marinha e silvestre utilizando vegetais. Em 1995, foi para Nova York, onde estudou no ICP – International Center of Photography, onde estagiou nos estúdios de Alan Kaplan, fotógrafo publicitário nova-iorquino. Em 1997, montou seu estúdio em João Pessoa, Paraíba, que conta com mais de 15 mil fotografias, e passou a atender as principais agências de publicidade da região Nordeste. Seu talento, aliado a um profundo conhecimento técnico, fizeram dele um respeitado profissional, que atua nas áreas da fotografia artística, publicitária, arquitetura, moda, gastronomia, industrial, entre outras. Site: www.caciomurilo.com.br.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

O SERMÃO DO VIADUTO DE ÁLVARO ALVES DE FARIA



Sermão do Viaduto de Álvaro Alves de Faria

Livro de Aline Bernar será lançado neste sábado, 5/12,
a partir das 18h, na
DaConde Arte + Cultura
Rua Conde Bernadotte, 26 - loja 125 - Leblon - Rio de Janeiro/RJ
Tel.: (21) 2274-0359 / 2511-5731

Saiba mais sobre o livro:
Sermão do Viaduto de Álvaro Alves de Faria

Os poemas de O Sermão do Viaduto foram lidos pelo poeta Álvaro Alves de Faria, no viaduto do Chá, no centro velho da cidade de São Paulo, com microfone e quatro alto-falantes, em plena ditadura militar. O poeta fez nove recitais no local, em meados dos anos 1960, sendo preso cinco vezes pelo Dops (Departamento de Ordem Política e Social), acusado de subversão. A última prisão ocorreu na noite de 9 de agosto de 1966, quando os recitais de O sermão do viaduto foram proibidos definitivamente.

Foi através de uma de suas cadeiras curriculares no doutorado – Poética e Cidadania – que Aline Bernar teve contato com a obra do poeta paulista Álvaro Alves de Faria. O Sermão do viaduto foi amor à primeira vista e, mais tarde, tornou-se objeto de investigação que dialoga Poesia de Imigração, Ciências Sociais e Filosofia.

O estudo foi tema de seu doutoramento pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro – (UERJ), junto à Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, em Portugal, sob orientação da professora doutora Graça Capinha, e resultou no livro O Sermão do Viaduto de Álvaro Alves de Faria (Escrituras Editora). Aline Bernar mostra o ato poético desempenhado por Álvaro como um ato público e político, voltado para questões político-sociais, visto então como um ato contestador, desde o cenário escolhido até o público, o povo oprimido e desprivilegiado, incluindo as prostitutas, os desempregados, os vendedores ambulantes, os desabrigados. Viaduto que aos olhos do poeta era um “local apaixonante”, para uma poesia que representava um manifesto, resistente e militante.

Nas palavras de Álvaro Alves de Faria: “Eram poemas escritos em linguagem bíblica, não religiosa (...) Era um discurso público. Um comício poético num tempo que começava a revelar as sombras da ditadura que se instalou no país e deixou a situação ainda mais grave com a edição do AI-5 (...) O Sermão do Viaduto constituiu, na época, o início do movimento de recitais públicos de poesia em São Paulo”.

Sobre a autora:
Aline Bernar nasceu em 6 de outubro de 1977, no Rio de Janeiro. Licenciada em Letras (Português-Inglês) pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), cursou Mestrado em Cognição e Linguagem pela Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF) e, no momento, termina seu doutorado em Linguagem, Identidades e Mundialização pela Universidade de Coimbra (UC) – Portugal. Um trabalho mais aprofundado sobre a rica poemática de Álvaro Alves de Faria, acrescido de um conhecimento maior dos diversos cenários/contextos pertinentes à sua obra, já faz parte dos rumos acadêmicos que Aline Bernar traça agora para o futuro. Um futuro apoiado na “memória” de um poeta/pastor contemporâneo, seus poemas quase líricos, seus sermões num Viaduto e suas canções para Coimbra. É assim que um olhar brasileiro – de Coimbra para o Viaduto do Chá – encontra pelo caminho um poetar também brasileiro, que voa para suas origens lusófonas.

Sobre Álvaro Alves de Faria:
Nascido na cidade de São Paulo, é jornalista, poeta e escritor. Jardineiro aos 12 anos, operário de fábrica aos 14, contínuo do Correio Paulistano aos 16, iniciou sua carreira no Jornalismo aos 18 anos. Graduou-se em Sociologia e Política e Língua e Literatura Portuguesa, com Mestrado em Comunicação Social. Faz parte da Geração 60 de Poetas de São Paulo. Autor de mais de 50 livros, entre romances, ensaios, livros de entrevistas literárias, organização de antologias, crônicas e principalmente poesia. Participa de aproximadamente 70 antologias de poesia e contos no Brasil e no exterior. É também autor de três peças de teatro. Uma delas, “Salve-se quem puder que o jardim está pegando fogo”, recebeu o Prêmio Anchieta para Teatro, nos anos 1970, na época um das láureas mais importantes do Teatro brasileiro. A peça foi proibida de ser encenada e ficou sob censura no regime militar por seis anos. Tem poemas traduzidos para o inglês, francês, japonês, servo-croata, italiano e espanhol. Como jornalista da área cultural, recebeu por duas vezes o Prêmio Jabuti de Imprensa (1976/1983) e por três vezes, também, o Prêmio Especial da APCA (1981/1988/1989), pelo trabalho realizado em favor do livro, em jornais, revistas, rádio e televisão. Seu livro Trajetória Poética, reunião de toda sua poesia até 2003, recebeu o Prêmio da APCA como o melhor livro de poesia desse ano. Outro livro, Babel, com poemas sobre sua postura em relação à poesia, recebeu o prêmio de melhor livro de poesia do ano da Academia Paulista de Letras em 2008. É detentor de praticamente todos os grandes prêmios literários do Brasil. Seus últimos livros de poesia têm sido publicados em Portugal, como 20 poemas quase líricos e algumas canções para Coimbra (1999), Poemas portugueses (2002), Sete anos de pastor (2005), A memória do pai (2006), Inês (2007) e Livro de Sophia (2008). Foi homenageado na Espanha com a publicação “Habitación de olvidos”, antologia poética, com poemas traduzidos pelo poeta peruano-espanhol Alfredo Perez Alencart, professor de Direito na Universidade de Salamanca.

Sobre Nelly Novaes Coelho:
Ensaísta e crítica literária, é Doutora em Letras, Livre-Docente e Titular da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo – USP, com pós-doutorado pela Universidade de Lisboa.